Mercado

Supermercado de inverno

Mariga, à esquerda, foi a principal movimentação no último dia de mercado. O primeiro
queniano da história num clube de ponta será companheiro de Zanetti (Getty Images)

O Atahotel Quark, no sul de Milão, é considerado a sede oficial do mercado futebolístico italiano. Como é tradição, viu as agitações do último dia do calciomercato de inverno, que se fechou às 19h locais (16h de Brasília). Reaberto em 2 de janeiro para servir de reparação para os elencos dos clubes italianos, continuará ativo para negociações com jogadores sem contrato: para estes, o encerramento se dará no dia 31 de março.

Como sempre, não faltaram oficializações de última hora, como as dos zagueiros Pratali (agora no Siena) e André Dias (Lazio). E nem aquelas que não se confirmaram por questão de minutos. Neste caso, o Livorno se lamenta pelo atraso nas conversas com o lateral-esquerdo Castellini, que seguirá no Parma. O último dia também foi marcado por grandes surpresas, desde a permanência de Ledesma na Lazio até a saída de Mancini da Inter para o Milan. Mas sobrou tempo até para transferências mais alternativas, como fez a Roma ao buscar Kulenthiran, 19 anos e titular na seleção do Sri Lanka.

Analisamos o mercado de inverno dos 20 clubes da Serie A, da líder Inter ao lanterna Siena:

Inter
A Inter começou janeiro se despedindo de Suazo e Vieira, dois grandes salários para jogadores que estavam encostados por Mourinho. Não demorou a contratar Pandev da Lazio sem custo algum para dar uma ótima opção a seu ataque e ainda fechou o mês surpreendendo ao tirar Mariga das mãos do Manchester City, logo quando Moratti garantia que o mercado já estava fechado. E olha que os nerazzurri quase fecharam o dia com um Fábio Simplício a mais. De quebra, Mourinho ainda se “livrou” de Mancini, emprestado ao rival Milan. Para um mercado perfeito, faltou apenas um lateral-esquerdo. Leia-se Kolarov.
Chegam: Mariga (Parma) e Pandev (Lazio)
Saem: Mancini (Milan), Suazo (Genoa) e Vieira (Manchester City)

Milan
Para o Milan, o mercado também parecia já estar trancado há algumas semanas. Beckham havia fechado antes mesmo de sua abertura e Adiyiah (que dificilmente será aproveitado já neste ano) foi a surpresa logo nos primeiros dias de janeiro. Mas a lesão de Pato deixou claro como é raso o plantel rossonero, mesmo em seu alardeado setor ofensivo. Para cobrir o desfalque, Mancini chegou de surpresa nas últimas horas de negociação. Mas o grande problema do time continua lá: a falta de opções defensivas, especialmente na hora de dar opção a Nesta e Thiago Silva. Com um mercado melhor, dava para ameaçar um assalto ao scudetto. Mas nas atuais condições, a briga é mesmo pelo segundo lugar.
Chegam: Adiyiah (Fredrikstad), Beckham (LA Galaxy) e Mancini (Inter)
Saem: Di Gennaro (Livorno) e Storari (Sampdoria)

Roma
Desde a saída de Batistuta, há oito anos, a torcida da Roma dormia sempre com o mesmo sonho: um centroavante decente. Depois de tanta especulação, os giallorossi conseguiram confirmar o empréstimo de Toni, que estava encostado no Bayern. E suas duas atuações foram bem acima da média, até uma lesão tirá-lo de combate por um mês. Mas a chegada de Toni reforçou a ambição de um clube que, com Ranieri, tem ressurgido no cenário italiano e isso é inegável. Sem dinheiro para contratar e possibilitar milagres, a Roma teve de segurar: recusou propostas por Cicinho, Motta, Baptista e Ménez. As saídas, para dar rodagem aos promissores Antunes, Guberti e Okaka, foram pontuais. E ainda sobrou tempo para uma contratação alternativa, a do jovem cingalês Kulenthiran.
Chegam: Kulenthiran (Bellinzona) e Toni (Bayern de Munique)
Saem: Antunes (Leixões), Esposito (Grosseto), Guberti (Sampdoria), Okaka (Fulham) e Pit (Triestina)

Napoli
Depois de todo o dinheiro torrado no início do campeonato, não era de se esperar que De Laurentiis reabrisse os bolsos também em janeiro. Para consertar um dos poucos defeitos do time, no papel, foi contratado o lateral-esquerdo Dossena, que estava encostado na Inglaterra. Mas a principal função dessa janela não foi executada: limpar o elenco à disposição de Mazzarri, que tem quase 30 jogadores para trabalhar em apenas uma competição. Do quarteto sul-americano que se foi, apenas Dátolo deve voltar ao fim da temporada. Mas mais gente poderia ter deixado Nápoles, especialmente Gianello e Rullo.
Chega: Dossena (Liverpool)
Saem: Amodio (Piacenza), Contini (Zaragoza), Dátolo (Olympiacos) e Piá (Torino)

Juventus
Com a contabilidade no vermelho depois das investidas em Diego e Felipe Melo e sem uma proposta sólida até o fim da temporada, já que a queda de Ferrara e a aposta em Zaccheroni (até maio) vieram só na última semana do mercado, a Juventus passou janeiro de mãos atadas. Pouco se falava de jogadores, apenas de crise no elenco, na torcida e na direção, além das dezenas de técnicos especulados para assumir o time. No papel, o ataque é bem cotado, a defesa tem ótimos nomes e o meio-campo faria inveja a uma Europa inteira. A fase bianconera chegou ao ponto de alguns torcedores pedirem pelo retorno de Luciano Moggi, o mesmo que levou a história do clube à queda há tão pouco tempo.
Entram: Candreva (Udinese) e Paolucci (Siena)
Saem: Ariaudo (Cagliari), Molinaro (Stuttgart) e Tiago (Atlético de Madrid)

Palermo
O mercado, que poderia ser bem marcado pela contratação de alguns jovens para a base rosanero, ficará na memória pelo vai-e-volta de Fábio Simplício no último dia de janeiro. No fim, o brasileiro deixará o clube sem retornar um só euro a Zamparini. No mais, o clube, que já tem um elenco suficientemente bom para lutar por vaga em alguma competição europeia, até que fez sua parte ao tentar contratar na última hora Behrami e Lichtsteiner, que recusaram suas propostas. Mas o torcedor siciliano já ficará feliz ao ver que Rubinho e Succi deixaram o Renzo Barbera.
Entra: Benussi (Livorno) e Celustka (Sparta Praga)
Saem: Çani (Piacenza), Rubinho (Livorno) e Succi (Bologna)

Sampdoria
Tudo parecia ir bem no mercado blucerchiato do Marassi, até que a crise surgiu envolvendo o nome, claro, de Antonio Cassano. Cotado para substituir Mutu na Fiorentina, a direção da Sampdoria teria aceitado (ao menos publicamente) a proposta viola e depois viu o próprio jogador recusar a mudança. Nesse meio tempo, Marotta ainda sofreu com protestos da torcida. Das saídas concretas, a mais sentida deve ser a de Stankevicius, que era titular na lateral-direita. Para o gol, Storari é uma ótima opção para substituir o lesionado Castellazzi, enquanto as promessas para o meio-campo terão uma chance de ouro para brilhar na Serie A.
Entram: Mario Cassano (Reggina), Elsneg (Frosinone), Guberti (Roma), Scepovic (OFK Belgrado) e Storari (Milan)
Saem: Bellucci (Livorno), Fiorillo (Reggina) e Stankevicius (Sevilla)

Cagliari
Os sardos são a prova de que, às vezes, menos é mais: a começar do presidente Cellino, que continuará se dedicando exclusivamente ao Cagliari, com a falha na compra do West Ham. A defesa foi reforçada logo nos primeiros dias, com o promissor Ariaudo. O negócio havia sido fechado em agosto, mas, travado por problemas burocráticos, só agora concretizado. Depois, uma bela aposta: o belga Nainggolan, trocado em empréstimo com Sivakov. Quando parecia tudo fechado, com as propostas em Canini e Nenê recusadas, a lesão do ótimo goleiro Marchetti fez o Cagliari buscar uma opção e acertou a mira em Agazzi, um dos destaques da Serie B. O próximo passo é segurar os titulares.
Entram: Agazzi (Triestina), Ariaudo (Juventus) e Nainggolan (Piacenza)
Sai: Sivakov (Piacenza)

Bari
Com o dinheiro à disposição, não havia muito a melhorar neste surpreendente Bari. Mas Perinetti fez mais pequenos milagres ao garantir Castillo, que estava encostado na Fiorentina, e Sestu, uma opção melhor que Álvarez para a meia-direita do time de Ventura. A lateral-esquerda também ganhou com a aposta em Pisano, bom jogador, mas que vinha mal junto de todo o Torino. A cereja no bolo pugliese seria um zagueiro para substituir Ranocchia. Mas fica a questão: com investimento um pouco maior, não seria uma boa hora para se ter mais ambição?
Entram: Castillo (Fiorentina), Gosztonyi (MTK Budapeste), Pisano (Torino) e Sestu (Vicenza)
Sai: Edusei (Albinoleffe)

Genoa
Janeiro foi quente para o Genoa, que reformou boa parte de seu time. Assim como o que vimos no fim de agosto, é um elenco promissor, mas ainda sem garantias de sucesso. Inexplicável a saída do experiente zagueiro Biava, tão ligado ao clube, já nas últimas horas do mercado. Crespo e Floccari também entram no rol dos desperdícios do presidente Preziosi – o segundo precisou de poucos jogos na Lazio para mostrar que era mal utilizado por Gasperini. No mercado de entradas, Dainelli já parece fundamental à defesa, enquanto Acquafresca volta ao Marassi como incógnita. Mas ainda faltam opções para que o treinador mantenha seu 3-4-3, cada vez mais impraticável com o que tem em mãos.
Entram: Acquafresca (Atalanta), Aleksic (Vojvodina), Dainelli (Fiorentina), Gucher (Frosinone) e Suazo (Inter)
Saem: Biava (Lazio), Crespo (Parma), Esposito (Livorno), Figueroa (Rosario Central), Floccari (Lazio) e Modesto (Bologna)

Fiorentina
Quando perdeu seu capitão Dainelli para o Genoa, por vontade expressa do jogador, houve uma discussão em Florença. Afinal, quem seria o novo capitão do time de Prandelli? Eram três as opções mais prováveis: Montolivo, Mutu e Jorgensen. Só o primeiro terá a chance. Mutu novamente foi pego no anti-doping e corre risco de ficar dois anos afastado do futebol, enquanto o dinamarquês voltou para o Aarhus, de sua terra natal, em busca de um lugar na Copa. No mais, o diesse Corvino foi outra vez cirúrgico: Felipe na defesa, Bolatti no meio e Ljajic e Seferovic para o futuro. No ataque, depois de tentar Cassano, conseguiu Keirrison de graça por 18 meses. Uma aposta, de fato. Mas com pouco a perder e muito a ganhar.
Entram: Bolatti (FC Porto), Felipe (Udinese), Keirrison (Benfica), Ljajic (Partizan Belgrado) e Seferovic (Grasshoper)
Saem: Castillo (Bari), Dainelli (Genoa), Jorgensen (Aarhus) e Savio (Bologna)

Chievo
Mais uma vez, o grande pecado do Chievo em seu mercado foi não ter se livrado do altíssimo salário de Bogdani, que, enfim, deve ir para seu último semestre defendendo os burros alados. Mas o albanês é um dos poucos erros do diretor esportivo Sartori, que negociou alguns reservas para garantir a Di Carlo o promissor meia Bianchi, da seleção italiana sub-21 e o lateral-esquerdo Jokic, jovem titular da seleção eslovena. Piñares, por outro lado, deve ser agregado ao elenco Primavera.
Entram: Bianchi (Piacenza), Jokic (Sochaux) e Piñares (Colo Colo)
Saem: Colucci (Cesena), Gasparetto (Padova) e Malagò (Siena)

Parma
Eis um bom exemplo de como um mercado que começou tão morno pode conquistar uma torcida que estava prestes a desanimar. Ainda que útil ao esquema de Guidolin, Valiani não era o jogador com quem os emilianos sonhavam. Mas Crespo, ídolo do Parma no fim da década de 1990, sim. O argentino chega para substituir Amoruso e terá a seu suporte um time com características ideais para voltar a deixar sua marca na Serie A. De quebra, a negociação de Mariga com a Inter ainda rendeu ao clube o instável Jiménez. Mas se o chileno repetir suas boas atuações, é um grande reforço. A permanência de Lanzafame foi uma boa queda de braço vencida pelo Parma.
Entram: Baccolo (Padova), Crespo (Genoa), Jiménez (West Ham) e Valiani (Bologna)
Saem: Amoruso (Atalanta), Budel (Brescia), Córdova (Brescia), Fontanello (Tigre), Mariga (Inter), Pisanu (Bologna) e Vantaggiato (Padova)

Bologna
Com a ótima fase recente dos rossoblù, fica complicado entender que Valiani tenha sido liberado tão facilmente para o Parma. Com exceção a ele, porém, a limpeza no plantel deve tornar mais sólido o elenco à disposição de Colomba. Bombardini, Vigiani e Tedesco, tão abaixo das expectativas, foram negociados com a Serie B. Já Osvaldo ganhou uma chance na Liga Espanhola. Sem o aporte da presidente Menarini, o diretor esportivo Beraldi trabalhou praticamente sozinho e ainda garantiu três opções válidas para o time titular: Buscé, Modesto e Appiah. E ainda Savio Nserenko, uma promessa já no ponto de se dimensionar no futebol.
Entram: Appiah (Fenerbahçe), Buscé (Reggina), Modesto (Genoa), Pisanu (Parma), Savio (Fiorentina) e Succi (Palermo)
Saem: Bombardini (Albinoleffe), Osvaldo (Espanyol), Tedesco (Reggina), Valiani (Parma) e Vigiani (Reggina)

Lazio
A desordem em Formello refletiu em todo o trabalho extra-campo no mês de janeiro. Dava-se Eguren como confirmado, mas só próximo ao fechamento do mercado é que se descobriu que o uruguaio havia sido reprovado nos exames médicos. Nas últimas 48 horas, a Lazio fechou com os experientes zagueiros André Dias e Biava, o promissor israelense Golasa e o bom meio-campista alemão Hitzlsperger. Os primeiros jogos de Floccari podem ser o prelúdio do renascimento do atacante. Mas sem Pandev e ainda em atritos com Ledesma, a Lazio paga pelo amadorismo de Tare e Lotito.
Entram: André Dias (São Paulo), Barreto (Danubio), Biava (Genoa), Floccari (Genoa), Golasa (Maccabi Haifa) e Hitzlsperger (Stuttgart)
Saem: Cribari (Siena), Eliseu (Zaragoza), Pandev (Inter) e Perpetuini (Crotone)

Livorno
Ao aceitar liberar Candreva para a Juventus, o Livorno fez bem: segurando o jogador, era possível que se seguisse os passos da Udinese, que hoje vive com um fantasma de D’Agostino. Spinelli trouxe Bellucci e ainda segurou Tavano e Lucarelli, fez malabarismos para manter Cosmi como técnico e conseguiu uma troca interessante ao levar Rubinho para a Toscana. Para o lugar de Candreva, chegou um incógnito Di Gennaro. Já a defesa terá o reforço do polivalente Esposito, que estava apagado no Genoa, mas se destacou na temporada passada – quando acabou rebaixado junto do Lecce.
Entram: Bellucci (Sampdoria), Bernardini (Varese), Di Gennaro (Milan), Esposito (Genoa), Prutsch (Sturm Graz) e Rubinho (Palermo)
Saem: Benussi (Palermo), Candreva (Juventus) e Cellerino (Celta de Vigo)

Udinese
A cada semana que se passa, a Udinese se confirma como o grande objeto misterioso da temporada. Quando todos davam como certa (outra vez) a saída de D’Agostino, eis que o siciliano permaneceu no Friuli. Também foi estranho passar uma janela sem tantas especulações sobre as tantas jóias da coroa bianconera, algo explicado pela péssima campanha que faz o clube na Serie A. Felipe, que havia perdido espaço, foi o único jogador importante a deixar o time, e ainda assim por um empréstimo de vultuosos 3 milhões de euros. Com um time igual ao do primeiro semestre, a Udinese terá de se reencontrar em si mesma. E o mais rápido possível, é claro.
Entram: Agyemang-Badu (Berekum), Geijo (Racing Santander), Landgren (Helsingborgs) e Morosini (Reggina)
Saem: Felipe (Fiorentina), Kitoko (Granada) e Tano (Granada)

Catania

A boa fase recente do Catania pode ganhar mais potência com o trio de ataque que o diretor esportivo Lo Monaco tirou da cartola: os argentinos Pavone e Maxi López, além do veterano Russo, ídolo em sua quarta passagem sob o Etna. Apostas arriscadas, mas, se ao menos uma delas vingar, os comandados de Mihajlovic já conseguiriam ainda mais terreno na luta pela salvezza. Em apenas doze meses, a média de idade da equipe já caiu cinco anos e isso pode ser um ponto forte a favor do treinador sérvio na próxima temporada. Isso, claro, se a equipe se mantiver na primeira divisão.
Atualização às 14h30: o Betis confirmou não ter liberado a transferência de Pavone, ainda que seu contrato tenha sido registrado pela Lega Calcio.

Entram: Maxi López (FC Moscou) e Russo (Gela)
Saem: Pesce (Ascoli) e Stovini (Empoli)

Atalanta
Muito se especulou no mercado de entradas, mas a Atalanta ficou devendo, e bastante. As esperanças da equipe em permanecer na Serie A se baseiam no ótimo começo de Mutti no comando nerazzurro. Com um elenco tão desequilibrado, era de se esperar que o diesse Osti garimpasse bons nomes. Mas de pouco adiantaram os esforços. Com a exceção de Amoruso, que já chega com as honras de salvador, todos os reforços não passam de apostas. Desde a adaptação do jovem lateral finlandês Toivomäki até a real condição física do veterano Volpi, a Atalanta optou por riscos desnecessários. E, provavelmente, letais.

Entram: Amoruso (Parma), Capelli (Reggina), Chevantón (Sevilla), Toivomäki (Lahti), Volpi (Reggina) e Paolo Zanetti (Torino)

Saem: Acquafresca (Genoa), Layún (América do México), Madonna (Vicenza) e Tiboni (Ascoli)

Siena
A meta do time da cidade do Palio, a cada rodada, vai ficando mais modesta. Livrar-se do rebaixamento é uma perspectiva irreal, mas ao menos lutar para não cair de forma vexatória é possível. Para evitar o rebaixamento do Siena, o novo presidente Mezzaroma deveria apostar em pelo menos meio time de contratados, o que ficou bem distante. O setor mais reforçado foi a defesa, que vive uma temporada terrível: recebeu Cribari e Pratali para disputar a titularidade, enquanto Malagò será opção. No meio-campo, o grego Tziolis chega para dar mais consistência ao ponto forte da equipe. Mas segurando a lanterna com tanto orgulho e há tanto tempo, não se pode tirar os méritos da queda deste Siena.

Entram: Cribari (Lazio), Malagò (Chievo), Pratali (Torino) e Tziolis (Panathinaikos)

Saem: Garofalo (Torino), Genevier (Torino) e Paolucci (Juventus)

3 comentários

  • Grande matéria, parabéns pela análise.

    Só um adendo: de acordo com a imprensa espanhola, o Bétis não liberou Pavone para o Catania (por causa de Ewerthon, que desistiu de ir para o clube de Heliópolis.

  • Saudações Braitner!!!

    Como sempre, matéria de ótima qualidade, diferenciada do que gente encontra por aí (como "Bolatti chega p/ lugar de Mutu"!!!). Só um toque: sobre a contratação do Bologna, vale ressaltar que o sobrenome do Savio é Nsereko (tem um N a mais lá no texto). Agora e quanto à nova aposta da Roma, heim? Panushanth Kulenthiran, o cara que não marca gols nem pela seleção do SRI LANKA… Isso sim que eu chamo de aposta!!! Grande abraço!!!

  • Pois é, o Pavone teve até o contrato registrado na Lega Calcio ontem, mas hoje o Betis confirmou que não liberou o jogador… Atualizei lá. E falha minha ali no nome do melhor ugandês da história, passou batido.

    Obrigado e abraço!

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