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Guia da Serie B 2011-12, parte 1

Bari e Brescia perderam jogadores importantes e correm risco de serem coadjuvantes na B. Diamanti e Almirón (foto acima) são alguns dos que partiram (Getty Images)

A Serie B (ou Bwin, por questões de patrocínio) 2011-12 começa daqui a uma semana e meia, na quinta, dia 25. A 73ª edição do torneio terá como maiores destaques os retornos de Sampdoria, rebaixada da Serie A após sete anos na elite, e de Verona, que ficou cinco anos na Lega Pro. Juntamente com o Torino, são os três únicos clubes que disputarão a competição e que já foram campeões italianos – o Toro tem sete scudetti; Samp e Verona tem um.

O campeonato mantém o mesmo regulamento desde 2004, com 22 participantes, sendo que três sobem para a Serie A e quatro caem para a Lega Pro Prima Divisione, a terceirona. Na última temporada, subiram Atalanta, Siena e Novara, ao passo que, além da Sampdoria, Bari e Brescia foram rebaixados da elite. Subiram da Lega Pro Prima Divisione Gubbio, Nocerina, Verona e Juve Stabia, enquanto foram rebaixados Frosinone, Portogruaro, Triestina, e Piacenza.

Esta edição do torneio tem, ao menos no papel, três francos favoritos ao título. Por terem montado elenco e já terem organização superiores aos outros, Sampdoria, Padova e Torino largam na frente. A Serie B, no entanto, sempre tem ares de via crúcis: é uma competição muito disputada e, como mostraram as surpresas dos últimos anos, não será fácil para ninguém. Reggina, Livorno, Brescia, Empoli e Bari não pretendem dar trégua, enquanto Modena e Pescara também podem brigar com força.

Neste ano, iremos acompanhar a segunda divisão italiana mais a fundo. Fique de olho: o campeonato será aberto com um jogo importante, entre Padova e Sampdoria, sobre os quais você lerá amanhã, aqui no blog. Fique, agora, com a primeira parte do nosso guia.

Albinoleffe

A casa: Estádio Atleti Azzurri d’Italia (Bérgamo, 26393 lugares)

O cara: Omar Torri (atacante)

A promessa: Anthony Taugourdeau (meio-campista)

O técnico: Daniele Fortunato (desde 06/2011)

Principal reforço: Andrea Cristiano (m, Ascoli)

Principal perda: Davide Bombardini (m, sem clube)

Na temporada passada: 18º lugar

Objetivo: evitar o rebaixamento

Técnico novo e um elenco cada vez mais defasado. Assim a temporada começa para o Albinoleffe, que mais uma vez deverá se preocupar mais com a fuga das última posições do que com objetivos maiores. Apostando nos gols (que não costumam ser muitos) de Omar Torri, os serianos parecem se contentar com a manutenção na Serie B como principal objetivo do ano. Como nos últimos anos, o time segue contratando mal e perdendo jogadores importantes. O experimente meio-campista Davide Bombardini, um dos destaques da equipe lombarda em 2010-11, não renovou contrato e deverá fazer falta para um meio-campo sem criatividade e que raramente consegue levar ajuda necessária aos atacantes. (Leonardo Sacco)

Ascoli

A casa: Estádio Cino e Lillo Del Duca (Ascoli, 20550 lugares)

O cara: Alex Pederzoli (meio-campista)

A promessa: Giacomo Beretta (atacante)

O técnico: Fabrizio Castori (desde 11/2010)

Principal reforço: Sinisa Andjelkovic (d, Palermo)

Principal perda: Róbert Feczesin (a, Brescia)

Na temporada passada: 17º lugar

Objetivo: evitar o rebaixamento

Presidente suspenso e o clube largando a Serie B 2011-12, com sete pontos negativos, como punição ao não pagamento do imposto de renda e de taxas. Este é o panorama nada animador do Ascoli, que escapou do rebaixamento por pouco em 2010-11. Para piorar a situação, o fraco ataque sofreu com a saída de seu artilheiro, Fecezsin, que retornou ao Brescia, após empréstimo, e do meia Giorgi, um dos poucos destaques do time na última temporada, que foi para o Novara. Para tentar resolver o problema, o picchio trouxe por empréstimo os atacantes Beretta (Genoa) e Papa Waigo (Fiorentina), e manteve Romeo, autor de três gols na reta final da última Serie B, que foi vendido para a Sampdoria, mas seguirá no Ascoli por empréstimo. O time aposta em uma defesa forte, formada pelos novos contratados Faísca (Padova) e Andjelkovic (Palermo), que terão à sua frente, Pederzoli como primeiro volante, no 4-1-4-1 armado por Castori. Os problemas administrativos já atrapalharam bastante no ano passado e a diretoria segue tendo dificuldades para cumprir suas obrigações, o que deve refletir no trabalho bianconero dentro das quatro linhas. (Pedro Spiacci)

Bari

A casa: Estádio San Nicola (Bari, 58270 lugares)

O cara: Massimo Donati (meia)

A promessa: Francesco Grandolfo (atacante)

O técnico: Vincenzo Torrente (desde 06/2011)

Principal reforço: Eugenio Lamanna (g, Gubbio)

Principal perda: Jean-François Gillet (g, Bologna)

Na temporada passada: 20º lugar na Serie A, rebaixado

Objetivo: lutar pelos play-offs

O Bari recomeça quase do zero. Quase porque manteve alguns jogadores da pífia temporada na Serie A 2010-11, como os bons Donati e Kopúnek, únicos remanescentes na volância, com as saídas de Almirón e Gazzi. Mas também tem muitas caras novas: a começar pelo técnico Vicenzo Torrente, que fez ótimo trabalho com o Gubbio. Na defesa, Salvatore Masiello deve ser o único defensor remanscente da última época, e as saídas de Gillet, Belmonte, Andrea Masiello e Raggi foram supridas com jovens como Lamanna, Crescenzi e Sini, tônica de investimentos da equipe. Se for realmente fixada a ideia de atuar com três atacantes, o time não pode medir esforços para segurar Ghezzal e Álvarez nos últimos dias de mercado, já que o habilidoso Rivas costuma se lesionar com frequência. Do contrário, o recém-chegado Forestieri, que ainda não se afirmou, será dono de uma das vagas. O centroavante Grandolfo, promessa da equipe, tende a ganhar mais experiência, depois da saída de Huseklepp para o Portsmouth. Os biancorossi precisam resolver problemas financeiros internos, mas se reforçarem o meio-campo, podem incomodar o pelotão de equipes que buscam o acesso. (Murillo Moret)

Brescia

A casa: Estádio Mario Rigamonti (Brescia, 23431 lugares)

O cara: Andrea Caracciolo (atacante)

A promessa: Lorenzo Tassi (meio-campista)

O técnico: Giuseppe Scienza (desde 06/2011)

Principal reforço: Róbert Feczesin (a, Brescia)

Principal perda: Alessandro Diamanti (m, Bologna)

Na temporada passada: 19º lugar na Serie A, rebaixado

Objetivo: lutar pelos play-offs

O rebaixamento na última temporada da Serie A veio junto com um provável período sabático para o Brescia: o presidente Gino Corioni reduziu os investimentos no clube, gerando descontentamento da torcida. Com isso, saíram do time jogadores importantes, mas mais caros, como Zébina (Brest), Hetemaj (Chievo), Diamanti (Bologna) e Éder (Cesena). A torcida leonessa torce para que o clube mantenha o artilheiro Caracciolo e o meia Kone, destaques da última temporada. O primeiro já esteve mais longe do clube, pelo menos nas especulações, enquanto o grego parece próximo da Lazio. Para reforçar o time, as andorinhas fizeram apenas três pequenas contratações. Irão, no fim das contas, aproveitar jogadores que voltaram de empréstimo, como Feczesin, autor de seis gols nas últimas seis rodadas da última Serie B, com o Ascoli. A aposta também passa por jovens, como os laterais Daprelà (20 anos) e Berardi (22), o goleiro Leali (18), o meia Salamon (20) e o trequartista Tassi (16), tido como o “novo Baggio”, Até mesmo o técnico é jovem: Giuseppe Scienza, que veio do pequeno Viareggio, tem apenas 45 anos. (PS)

Cittadella

A casa: Estádio Piercesare Tombolato (Cittadella, 7623 lugares)

O cara: Alberto Marchesan (meio-campista)

A promessa: Samuel Di Carmine (atacante)

O técnico: Claudio Foscarini (desde 2005)

Principal reforço: Robert Maah (a, Como)

Principal perda: Federico Piovaccari (a, Sampdoria)

Na temporada passada: 14º lugar

Objetivo: ficar no meio da tabela

Apostando em um treinador mais do que identificado com o clube, os granata partem aos poucos para uma evolução gradual dentro da Serie B. Se duas temporadas atrás o time surpreendeu ao chegar nos play-offs de acesso à Serie A e, no ano passado, lutou na parte de baixo da tabela sem correr riscos, a expectativa é que a chegada do meio-campista Daniele Baselli seja suficiente para ajudar o grande líder da equipe, Alberto Marchesan, responsável por armar praticamente todas as jogadas de ataque do Cittadella. Os torcedores, porém, deverão sentir falta do artilheiro Piovaccari, reforço da Sampdoria após marcar 23 gols na última temporada. Uma ausência que só não pesará se o time mantiver a boa média de “revelar” um grande atacante por ano – antes de Piovaccari, Ardemagni tinha feito sucesso pelo clube vêneto. A bola agora está com o francês Maah e com o jovem Di Carmine, emprestado pela Fiorentina. (LS)

Crotone

A casa: Estádio Ezio Scida (Crotone, 9631 lugares)

O cara: Antonio Galardo (meio-campista)

A promessa: Vid Belec (goleiro)

O técnico: Leonardo Menichini (desde 02/2011)

Principal reforço: Stefano Pettinari (m, Roma)

Principal perda: Aniello Cutolo (a, Padova)

Na temporada passada: 11º lugar

Objetivo: ficar no meio da tabela

O pequeno Crotone vai para sua oitava temporada na Serie B em 11 anos, após a primeira participação, em 2000-01, seguindo a mesma fórmula dos dois anos anteriores: o investimento em jovens promissores, que tem resultado em campanhas tranquilas. Assim, o time calabrês acertou ao manter o zagueiro Vinetot (negociado com o Genoa, mas emprestado em seguida) e ao renovar com a Inter o empréstimo do promissor goleiro Belec, que tem convocação para a seleção eslovena. No mercado, o clube fechou com Pettinari, Florenzi (ambos da Roma), Maiello (Napoli), Mazzotta (Pescara), Eramo (Sampdoria) e Ristovski (Parma), todos com passagens por seleções de base, que se juntarão aos experientes Loviso e Galardo, líderes do time. O atacante Cutolo, autor de 14 gols na última campanha, é a grande baixa e não tem substituto à altura, pelo menos até agora. (Nelson Oliveira)

Empoli

A casa: Estádio Carlo Castellani (Empoli, 19.975 lugares)

O cara: Claudio Coralli (atacante)

A promessa: Riccardo Saponara (meia-atacante)

O técnico: Alfredo Aglietti (desde 06/2010)

Principal reforço: Francesco Tavano (a, Livorno)

Principal perda: Diego Fabbrini (a, Udinese)

Na temporada passada: 9º lugar

Objetivo: lutar pelos play-offs

Alfredo Aglietti ainda parece indeciso sobre a formação tática a ser usada na temporada. Na pré-época, o técnico variou do 3-5-2 para o 4-4-2, e este para o 4-2-3-1. Uma coisa é certa: ele procura espaço para Francesco Tavano atuar juntamente com Claudio Coralli, artilheiro da equipe na última temporada com 19 gols, e Nicolao Dimitru, que volta ao clube através de empréstimo junto ao Napoli. O Empoli teve poucas baixas: Fabbrini e Laurito, que voltaram à Udinese e Kokoszka, que pouco jogou, retornou à Polônia. A experiência está garantida com Stovini xerife da defesa azzurra, e Buscè, que retornou ao clube para encerrar a carreira como titular. O ataque é forte e a defesa é razoável, mas o time ainda precisa de algumas contratações para ter mais equilíbrio. Faltam um substituto para a dupla de zaga (que não podem ser Marzoratti nem Chará, que chegou da Udinese) e um novo centro-médio para fazer sombra a Davide Moro, atleta de técnica questionável. (MM)

Grosseto

A casa: Estádio Carlo Zecchini (Grosseto, 10200 lugares)

O cara: Gaetano Caridi (meio-campista)

A promessa: Yaw Asante (meio-campista)

O técnico: Guido Ugolotti (desde 06/2011)

Principal reforço: Paolo Zanetti (m, Torino)

Principal perda: Rincón (d, Chievo)

Na temporada passada: 15º lugar

Objetivo: evitar o rebaixamento

Sem muitas expectativas na Serie B, o Grosseto inicia a competição com o objetivo de evitar o rebaixamento, depois de duas temporadas em que surpreendeu e brigou na parte de cima da tabela. Para isso, o time contratou o experiente Zanetti, do Torino, para dar mais pegada a um meio-campo que tem o trequartista Caridi como destaque. O ataque terá os mesmos titulares, o artilheiro Giovio e seu companheiro Sforzini, com a sombra de Gerardi, “reforço” vindo da Udinese. Dentro do clube há também algum barulho quando se fala do jovem meio-campista ganês Yaw Assante. Tido como uma das maiores promessas do time, deverá ganhar mais chances ao longo do ano, podendo ser fator de desequilíbrio no decorrer das partidas e de alguns euros a mais nos cofres da equipe ao final da temporada. (LS)

Gubbio

A casa: Estádio Pietro Barbetti (Gubbio, 5300 lugares)

O cara: Silvano Raggio Garibaldi (meio-campista)

A promessa: Daniele Ragatzu (atacante)

O técnico: Fabio Pecchia (desde 06/2011)

Principal reforço: Daniele Ragatzu (a, Cagliari)

Principal perda: Juan Gómez (a, Hellas Verona)

Na temporada passada: campeão do Grupo A da Lega Pro Prima Divisone, promovido

Objetivo: evitar o rebaixamento

Após 63 anos, o Gubbio está de volta à Serie B, competição que disputará pela segunda vez em seus 101 anos de história. O título eugubbino no grupo A da Prima Divisione foi uma das grandes surpresas da última temporada, e fez com que o técnico Vincenzo Torrente e o artilheiro Gómez (18 gols no campeonato) deixassem o time. Para seus lugares, os umbros optaram pela renovação, ao trazer contratarem o ex-meia Fabbio Pecchia para seu primeiro trabalho como técnico, e Ragatzu (Cagliari) para ocupar o posto de craque do time, com quase 21 anos. A aposta na juventude é uma das marcas do time – o mais velho do time é o capitão, Alessandro Sandreani, com 31 anos. O meia Raggio Garibaldi (22), um dos destaques em 2010-11, assume a camisa dez e deve reger o meio-campo da equipe, que ainda contratou jovens promissores, como Benedetti (d, Inter), Büchel (m, Siena) e Gianetti (Juventus). A ousadia é louvável, mas é justamente a inexperiência da equipe que poderá atrapalhá-la na briga para permanecer na Serie B. (PS)

Juve Stabia

A casa: Estádio Romeo Menti (Castellammare di Stabia, 13000 lugares)

O cara: Tomas Danilevicius (atacante)

A promessa: Cristiano Biraghi (lateral-esquerdo)

O técnico: Piero Braglia (desde 06/2010)

Principal reforço: Tomas Danilevicius (a, Livorno)

Principal perda: Giorgio Corona (a, sem contrato)

Na temporada passada: 5º lugar no grupo B da Lega Pro Prima Divisione; promovido após play-offs

Objetivo: evitar o rebaixamento

O clube já começa com -1 ponto na Serie B devido ao não-pagamento do imposto da Previdência, mas tem boas chances de permanecer na segunda divisão. A Juve Stabia está motivada com o retorno à B após 60 anos. Além disso, detém o título da Coppa Italia Lega Pro na última temporada. O técnico Piero Braglia só tem a agradecer a direção do clube, que manteve as principais peças do time, como o bom e jovem goleiro Simone Colombi. Mesmo assim, o treinador vai usar Andrea Seculin, titular da vice-campeã Fiorentina na Copa Viareggio 2011. Como outros times desta Serie B, a equipe campana aposta em jovens, como nos Biraghi (Inter) e Mladen (Roma), além dos atacantes Napoli (Inter) e Zaza (Sampdoria). Para substituir Corona, capitão do time e marcador de 14 gols no ano passado, o clube fechou a contratação do lituano Tomas Danilevicius junto ao Livorno, que chega com status de salvador da pátria, e deve ser companheiro de ataquede um entre Napoli e Mbakogu. (MM)

Livorno

A casa: Estádio Armando Picchi (Toscana, 14752 lugares)

O cara: Pasquale Schiattarella (meio-campista)

A promessa: Simone Dell’Agnelo (atacante)

O técnico: Walter Novellino (desde 06/2011)

Principal reforço: Paulinho (a, Sorrento)

Principal perda: Tomas Danilevicius (a, Juve Stabia)

Na temporada passada: 7º lugar

Objetivo: vaga na Serie A

Da Europa para uma permanência incômoda na Serie B. Esse é o panorama do Livorno, que beneficiado com as punições aos clubes envolvidos no calciopoli chegou a disputar a então Copa Uefa em 2007, talvez o maior feito de sua história quase centenária. Rebaixado em 2009-10, o time da Toscana era favorito a conseguir uma das vagas na primeira divisão durante a última temporada, mas fracassou e permaneceu na Serie B. Para este ano, o clube somou à boa base reforços como o meia Filkor (m, Milan) e os ótimos Bardi (g, Inter) e Dell’Agnello (a, Inter), que retornam à cidade onde nasceram. Quem também retorna é o brasileiro Paulinho, que teve boas atuações nas divisões inferiores italianas e deve ser municiados por Schiattarella, titularíssimo da equipe. Para o banco, a aposta é no experiente treinador Walter Novellino, que após uma temporada como diretor do Perugia assume os labronici com o objetivo de voltar à ter evidência, depois de maus trabalhos. (LS)

2 comentários

  • Muito bom essa primeira parte do guia, ficarei atento para o Livorno, já que "puxaram" alguns meninos da Inter.

    Enfim, ficarei à espera da segunda parte do Guia e do Guia da Serie A.

    Parabéns pelo trabalho, abraços!

  • Dessa lista os mais fortes na minha opinião são Livorno e Empoli. O Brescia e o Bari estão com equipes razoáveis.

    Muito ruim esse time do Albinoleffe, há times melhores na Lega Pro do que este, mas vamos ver o que o campeonato reserva (principalmente porque há times no mesmo nível por causa da grana), não sou de ficar fazendo previsão.

    Muita pena do Ascoli, a torcida que prepare o coração, não sera uma temporada nem um pouco fácil, não somente pelos problemas societários, mas também pela fraca equipe montada.

    Dessa lista talvez o Grosseto surpreenda, se reforçou muito bem, alem de ter um meio/ataque muito bom, a provável nova dupla de ataque Lupoli e Sforzini promete muito.

    Enfim, é esperar pra ver.

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