Serie A

Gemellaggio: a união entre as torcidas na Itália

O futebol pode proporcionar algumas cenas insólitas. Bandeirão homenageando a modesta Sambenedettese na Allianz Arena, em Munique. Faixa para o Salzburg no Friuli. Bandeira do grupo Ultras, da Roma, tremulando no meio da torcida do Panathinaikos durante um jogo entre as equipes na Liga Europa de 2010. O gemellaggio é uma aliança entre equipes e torcidas: o termo significa geminação, em português, e vem de gemelli, gêmeos. Para nós, brasileiros, a união entre torcidas rivais é mais comum – Mancha Verde (Palmeiras), Galoucura (Atlético-MG) e Força Jovem (Vasco) ou Independente (São Paulo), Jovem (Flamengo) e Camisa 12 (Internacional) –, mas vez ou outra acontecem relações próximas entre os clubes, como foram os casos de Corinthians e Bragantino, e Athletico Paranaense e Ferroviária.

De fato, o futebol apenas importou um conceito social-urbano que floresceu após a Segunda Guerra Mundial. A geminação – que começou lá atrás, no século 9, entre as cidades de Paderborn, na Alemanha, e Le Mans, na França – tem o objetivo de conectar áreas que são, geralmente, geográfica e politicamente distintas em prol da cooperação cultural, do relacionamento entre os povos, do acesso à informação e das ligações comerciais. A região do Bellagio, por exemplo, tem muitos irmãos. A comuna localizada na Lombardia é uma das fundadoras da Douzelage, uma associação com 24 cidades-irmãs na União Europeia – a última a entrar foi a romena Siret. Há até discussões sobre a inclusão futura de novos membros, como a cipriota Agros, a eslovena Skofja Loka e a búlgara Tryavna.

O gemellaggio no futebol, por sua vez, é uma mistura entre afinidade política, sobretudo nas aproximações entre os clubes, e amizade em campo, principalmente quando é para ferrar com a vida de um rival. O fenômeno ocorre com maior frequência a partir dos anos 1970 e 1980, quando ocorreu a popularização de torcidas organizadas pela Itália.

Atalanta

Clubes: Juventus e Milan. Um dos maiores ídolos da Juve foi revelado e contratado justamente junto à Atalanta: Gaetano Scirea. Entre o fim da década de 1960 e idos de 1975, a liga ainda viu Giorgio Mastropasqua, Gianpietro Marchetti e Giuliano Musiello trocarem a camisa juventina pela bergamasca. Ainda que Richmond Boakye tenha sido negociado com a Atalanta em 2014, os nerazzurri conquistaram um relacionamento recente mais próximo com o Milan.

Torcidas: a parceria mais antiga é com a torcida da Ternana, de admiração recíproca desde os anos 1980. As cores vermelha e verde, referentes aos organizados amigos, podem ser vistas nos jogos no Atleti Azzuri d’Italia – e o azul e preto em Terni. A torcida nerazzurra também é próxima do Cosenza, que foi convidado para a festa anual de 2015 na sede da Atalanta, e do Eintracht Frankfurt.

Bologna

Clubes: pelos mercados recentes, a Inter, mas de forma branda. Rodrigo Palacio e Ibrahima Mbaye foram para Bolonha enquanto Saphir Taïder fez bate-e-volta em Milão.

Torcidas: a amizade mais próxima e longeva é com os ultras do Ravenna, levado adiante somente pelas organizadas bolonheses Forever Ultras e Freak Boys. Manifestações dessa amizade foram vistas em Rimini, Bérgamo e até num playoff contra o Pescara, em 2015. A mesma Forever Ultras fez uma homenagem para o Bochum em setembro do ano anterior, quase como resposta à faixa pró-Bologna que os alemães colocaram no estádio em 2011. Entre as outras amizades, destacam-se Nocerina, Siena, Avellino, Como e Viareggio.

Bologna e Milan eram muito próximos até 1995. Os bolonheses celebraram o 10º scudetto do Milan, em 1978, e o título continental contra o Benfica; e os milanistas demonstraram solidariedade em 1989, quando o torcedor Ivan Dall’Oglio ficou desfigurado depois que os ultras da Fiorentina lançaram um coquetel molotov durante jogo no Renato Dall’Ara. A morte de Claudio Vincenzo Spagnolo, torcedor do Genoa esfaqueado por um milanista em 1995, praticamente decretou o fim do relacionamento entre as organizadas – parte da torcida bolonhesa escolheu um lado na confusão.

A amizade entre torcidas de Bologna e Roma também foi encerrada na mesma década depois que ultras bolonheses do Mods (juntamente com alguns da neofascista Opposta Fazione Roma) comemoraram a promoção para a Serie A, em 1996, de forma racista: em Bolonha, o que se ouvia era o canto “negro sujo, volte para casa”. A violência – estamos falando de facadas e mais – acarretou em 11 membros e simpatizantes do Mods acusados de agressão e tentativa de assassinato. A investigação também foi sentida na capital, uma vez que quatro membros da Opposta foram presos. No ano seguinte, os romanos queimaram um cachecol do Bologna durante uma partida no Olímpico.

Cenas do passado registram uma amizade que não existe mais entre bolonheses e romanistas (Wikipedia)

Cagliari

Clubes: nenhum.

Torcidas: o principal laço afetivo da torcida do Cagliari é com o Foggia. A grande organizada do clube, Sconvolts, torceu para o adversário durante a penúltima rodada da terceira divisão de 1989 – o Cagliari estava matematicamente promovido à Serie B. A amizade foi oficializada no ano seguinte, quando os dois clubes estavam na divisão de acesso. Para um confronto em 1992, os apulianos receberam ingressos e hospedagem depois de assistir ao jogo e perder o barco de volta ao continente – foi o próprio Cagliari que pagou pelo retorno do Foggia à península. O relacionamento com a Furiosi, da Sampdoria, é mais unilateral que recíproca; no passado, existiram amizades com Verona, Inter, Reggina, Parma, Lazio, Ancona e Catanzaro.

Chievo

Clubes: nenhum – ou quase isso.

Torcidas: Chievo e Sassuolo se aproximaram na temporada 2013-14, mas o laço entre os ultras não foi iniciado instantaneamente. As amizades mais notáveis são com a Nuova Guardia, do AlbinoLeffe (desde 2008), e a Pro Sesto. Um antigo amigo foi o Monza: mais por conveniência, já que o elo existia porque o capo dos ultras brianzoli tinha a vontade de se unir com o Chievo.

Empoli

Clubes: nenhum.

Torcidas: Parma. E começou de um jeito maluco, num jogo da Serie B, em 1984: os torcedores do Parma que estavam no Ennio Tardini tiveram de contar para a torcida visitante que o Empoli havia vencido o jogo. A forte névoa impossibilitou que todo mundo realmente visse o que acontecia em campo, principalmente o gol. O Empoli também é ligado ao Perugia, mas só com a ultra Ingrifati: em 2014, os grifoni prestaram homenagem a Emiliano Del Rosso, antigo líder da Desperados, uma das maiores organizadas toscanas.

Fiorentina

Clubes: oficialmente, nenhum.

Torcidas: os elos violetas antecedem a popularização das organizadas no país. A amizade com o Catanzaro, por exemplo, começou na final da Coppa Italia de 1966; com o Verona, iniciou exatamente uma década depois. Aliás, essa é bastante importante. O líder Stefano “Pompa” Biagini invadiu a Curva Veronese, numa partida entre os clubes, e a Brigate Gialloblù considerou o ato como um selo da relação entre as torcidas. Apesar das diferenças políticas, o gemellaggio permanece como um dos mais vigorosos do Belpaese. Foi nos anos 70 que as organizadas da Viola e do Torino realmente se aproximaram, manifestando o antijuventismo em conjunto. Os torcedores também se relacionam com o Modena, pela aversão comum contra o Bologna; com a minúscula Colligiana, contra o Siena; e Sporting Lisboa.

Frosinone

Clubes: nenhum.

Torcidas: Paganese e Messina. A primeira aliança foi estreitada durante a Serie C2 de 1984-85 quando os torcedores frusinati aplaudiram os adversários no estádio, em Pagani. Mais recentemente, em 2015, a Uber Alles 1989 estendeu uma faixa contra o Crotone em homenagem à irmandade: “por 30 anos geminados com os irmãos frusinati”. Dois anos mais tarde, na mesma divisão, os torcedores do Messina começaram a apoiar o Frosinone durante as partidas contra o rival Reggina. Olbia e Avellino são outros times cujos grupos de ultras são gemellati à equipe gialloblù, que também mantém boas relações com Vicenza e Spezia.

Bandeiras de Fiorentina e Torino ocupam o mesmo espaço sem problemas – e olha que ainda há um escudo do River Plate na imagem (Ultras Torino)

Genoa

Clubes: nenhum. Nos anos mais recentes da gestão de Enrico Preziosi, porém, os genoveses andam fazendo muitos negócios com o Milan, inclusive dobradinhas na época em que ainda existia o sistema de copropriedade de jogadores.

Torcidas: a principal, disparada, é com o Napoli. Os grifoni nunca esqueceram da última rodada do campeonato de 1981-82. O Milan havia vencido o Cesena, mas tinha de esperar pelo resultado de Napoli-Genoa. No último minuto, o goleiro napolitano Luciano Castellini cedeu um escanteio bizarro (ele foi repor a bola, mas a jogou pela linha de fundo) e Mario Faccenda decretou o empate. Festa genovesa pela salvezza, glória napolitana pela queda do rival. O gemellaggio com o Torino continua vivo apesar da briga no Olímpico em 2009. A vitória em Turim classificou o Genoa para as competições continentais e decretou o rebaixamento do adversário. A exaltação nas arquibancadas foi excessiva e… enfim, em 2013 já estendiam faixas de “amigos para sempre”. As uniões com Lamezia Terme, Perugia, Udinese, Vicenza, Pisa, Lecce, Cosenza, Pescara, Livorno e Monaco estão entre aquelas amigáveis e/ou respeitosas.

Inter

Clubes: Lazio, Genoa e Chievo.

Torcidas: principalmente Lazio e Varese como respostas às amizades do Milan com Como e Roma. A parceria com os laziali, iniciada durante os anos 1980, sobreviveu ao resultado da Copa da Uefa de 1998 (Lazio 0-3 Inter), ao 5 de maio de 2002 (quando a Inter perdeu o scudetto após derrota para a Lazio) e foi consolidada. Em 2010, por exemplo, a torcida celeste deliberadamente pediu para o time entregar a partida para a Beneamata, pela antepenúltima da Serie A, para que a Roma tivesse menos chances de ser campeã – no fim das contas, 2 a 0 para os nerazzurri no Olímpico e Tríplice Coroa encaminhada. Enquanto o gemellaggio com a Varese foi oficializado em 2004, ainda existem parcerias com Nice, Liverpool, Valencia e Millwall.

Juventus

Clubes: Atalanta e Sassuolo, comumente conhecido pela alcunha de Juventus B por conta dos empréstimos a rodo realizados nos últimos quatro anos para os neroverdi.

Torcidas: o laço afetivo mais forte da Velha Senhora reside em terras estrangeiras. O setor norte do Zuiderpark, estádio do Den Haag, foi pintado com a inscrição “em memória a todos os torcedores juventinos tragicamente mortos em 29 de maio de 1985 em Heysel”. O relacionamento nacional mais estreito é com o Avellino, mas por parte dos ultras bianconeri Vikings. É possível listar Latina, Legia Varsóvia, Elche e Notts County entre outros amigos da torcida da Juventus.

As histórias mais interessantes da Juve residem justamente nos gemellaggi interrompidos. Os bianconeri eram bem próximos à Roma durante a década de 1970, por exemplo, mas a amizade acabou na primeira disputa direta entre as equipes pelo título italiano. Os laços foram cortados mais exatamente num duelo entre os times, e após o gol de Maurizio Turone – aquele anulado por um impedimento inexistente e que decretou o título do campeonato a favor da Velha Senhora. O Parma, irmão na década seguinte, se tornou rival depois de uma briga entre ultras dos dois times em janeiro de 1995.

Lazio

Clubes: Inter e Benevento.

Torcidas: Inter, Triestina, Verona, Ascoli e Real Madrid. O gemellaggio com o Ascoli é o mais antigo em atividade do lado azul da capital, e remonta à 1975. As amizades com Hellas Verona, Real Madrid, RB Leipzig e Paris Saint-Germain são resumidas pelo lado político, com torcidas de extrema-direita. Há também laços afetivos com organizadas específicas, como a Sofia West (Levski Sofia), Sharks (Wisla Cracóvia), Unsterblich (Austria Viena) e Brigadas Blanquiazulas (Espanyol). Esta última nasceu pela rivalidade contra o Livorno e floresceu quando os livorneses enfrentaram os espanhóis na Copa Uefa 2006-07.

Torcedores da Lazio exibiram essa faixa durante derrota para a Inter: estavam “preocupadíssimos” com o resultado que atrapalhava a Roma (Ansa)

Milan

Clube: a Atalanta tem sido um dos principais fornecedores de peças para os milanistas, com as entradas de Andrea Conti, Franck Kessié e Giacomo Bonaventura nos últimos anos. O inverso também aconteceu quando Andrea Petagna foi negociado com os orobici.

Torcidas: atualmente, o Diavolo tem apenas uma geminação; com o Brescia. A irmandade data de 1982 e é uma das mais longevas da Itália, sem grandes explicações, a não ser pela proximidade geográfica entre as cidades. A união ganhou bastante terreno durante os anos 2000, com os milanistas abrindo bandeiras pró-Brescia no Mario Rigamonti na primeira temporada da década. Houve, também, um relacionamento bem próximo com a Reggina, iniciado por volta de 2003. A falta de conversas e o choque de ideias com os torcedores calabreses encerrou a ligação – mas as torcidas seguem se respeitando bastante. Outra relação que perdeu a força foi a com o Partizan. A Curva Sud Milano e a sérvia +40 se uniram em 2012, porém, as dificuldades internas – principalmente pela +40 não estar entre as principais organizadas do clube – esfriaram a conexão.

Alguns gemellaggi do Milan foram encerrados porque as torcidas envolvidas foram encerradas. Aconteceu com a Ultras Rossoblu (Bologna) e a Fossa Lariana (Como). A parceria com o Genoa acabou em 1982, com o rebaixamento provocado no San Paolo e a consequente amizade entre genoveses e napolitanos. A relação entre os organizados piorou muito em 1995, depois que Claudio Vincenzo Spagnolo, torcedor grifone, foi esfaqueado por um milanista. Antes, nos anos 1980, ocorreu o afastamento com os ultras da Roma depois de uma briga na capital – a ligação havia nascido pelo ódio mútuo contra Juventus e Inter. Além destes elos quebrados, houve amizades encerradas com Verona, Pescara, Vicenza, Torino, Pisa, Venezia, Cesena, Atlético de Madrid e Panathinaikos. A irmandade com a torcida do Sevilla está, de forma resumida, em hiato, uma vez que as torcidas não se encontram.

Napoli

Clubes: Empoli e Brescia. As transferências de Lorenzo Tonelli, Elseid Hysaj, Piotr Zielinski e Marek Hamsík contam a história.

Torcidas: sem dúvidas, a ligação com os grupos do Genoa é a principal, mas há muitos outras. Ancona, Palermo, Crotone, Paganese, Juve Stabia, Lokomotiv Plovdiv, PSG, Borussia Dortmund e Catania. Com os rossoazzurri, uma parceria vulcânica: “saudações aos filhos do Vesúvio”, dizia uma faixa no confronto entre os times em 2013. Vale lembrar que um dos apelidos do Catania é etnei por causa do vulcão Etna, cuja cratera está localizada a poucos quilômetros da cidade.

Parma

Clubes: nenhum.

Torcidas: os elos existentes hoje em dia são com os ultras de Sampdoria, Empoli, Fasano e Bordeaux. O gemellaggio com os franceses foi iniciado em 1998, quando a Boys Parma 1977 foi convidada pelos girondinos para assistir a final da Copa da França contra o PSG. No passado, as amizades também se estediam ao Modena, Piacenza e Verona.

Roma

Clubes: Pescara. O motivo é o antigo treinador Zdenek Zeman.

Torcidas: Panathinaikos. Oficialmente os gregos são os únicos amigos dos ultras romanos, entretanto, existem parcerias com Sambenedettese, Palermo, Udinese, Atlético de Madrid, CSKA Sofia, Benfica e Dinamo Zagreb. Os torcedores da Roma tinham os de Fiorentina, Milan e Napoli entre seus “amigos” próximos durante os anos 1970 e 1980, mas os laços foram cortados por violência depois das quartas de final da Coppa Italia 1981, acusações em 1985 e gestos ofensivos do meia Salvatore Bagni, respectivamente.

No fim de 2018, torcida da Samp vaticinou para os parmenses: “o seu lugar é aqui, bem-vindos de volta à Serie A” (LaPresse)

Sampdoria

Clubes: Verona

Torcidas: a amizade mais longeva é com a torcida do Verona. Existe desde dezembro de 1972, quando torcedores dos dois clubes se reuniram antes de uma partida da Serie A. Os bluecerchiati igualmente mantêm relações próximas com a Ternana (1979), Olympique de Marseille (1987) e Parma (1990), além de terem instaurado laços com Bari e St. Pauli. Para estender, o respeito mútuo existe com Modena, Catanzaro, Sanremese, Empoli, Salernitana, Messina e Kaiserslautern.

Sassuolo

Clubes: Juventus e Roma.

Torcidas: como o clube foi refundado em 1974, os torcedores do Sassuolo oficializaram o primeiro gemellaggio apenas ao chegar à primeira divisão. Em 2013, representantes da Coordinamento Amici del Chievo e da torcida neroverde bateram o martelo e deram o pontapé inicial à irmandade. Em 2016 foi a vez da Udinese. Além disso, a lista também contém relações do grupo Saxolum com Alto Adige, Pavia, Pordenone e Pro Sesto.

Spal

Clubes: nenhum em especial.

Torcidas: Ancona. O gemellaggio nasceu em 1984 sem razão específica e permanece ativo até hoje. Relacionamentos importantes são, também, aqueles com Potenza e L’Aquila.

Torino

Clubes: Roma e Fiorentina.

Torcidas: Fiorentina, pelo sentimento antijuventino, e Alessandria.

Udinese

Clubes: Juventus. Tem sido um dos grandes fornecedores de talentos para o bianconero desde os anos 40: o goleiro Dino Zoff; os meias Sergio Manente, Massimo Mauro e Simone Pepe; os atacantes Alfredo Foni, Pietro Paolo Virdis, Vincenzo Iaquinta e Fabio Quagliarella.

Torcidas: Vicenza (pelo desprezo e antipatia comum a Triestina e Verona), Werder Bremen, Austria Salzburg, Ravenna, Pordenone, Arezzo, além do respeito para com Roma, Pescara e Avellino.

Bônus: alguns gemellaggi de equipes que não militam na Serie A

Verona (Fiorentina, Sampdoria e Triestina), Catania (Benevento, Crotone, Genoa, Trapani e Triestina), Livorno (AEK Atenas e Marseille), Palermo (Cesena, Foggia, Lecce, Padova, Roma, Napoli e Akragas), Pescara (Messina e Vicenza), Brescia (Catanzaro, Cesena, Mantova, Milan, Saint-Étienne, Nürnberg e Salernitana), Siena (Pistoiese), Reggina (Bari, Latina e Salernitana), Cesena (Brescia, Mantova, Osasuña, Palermo e Saint-Étienne), Bari (Reggina, Salernitana e Sampdoria), Vicenza (Cremonese, Lyon, Messina, Metz, Pescara, Ravenna, Reggiana e Udinese) e Perugia (Empoli e Montevarchi).

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