Serie A

33ª rodada: farra de Páscoa se estendeu da campeã Juve a times próximos à permanência

A 33ª rodada da Serie A aconteceu quase toda no sábado, em virtude do feriado de Páscoa, religiosamente respeitado na Itália. O final de semana futebolístico, porém, teve pouco de sagrado e muito de profano: a farra da Juventus pelo octacampeonato movimentou Turim, a começar pelos próprios jogadores, que estouraram garrafas de champanhe ainda em campo, após o apito final. O lado grená da cidade também está feliz, já que o Torino continua firme e forte na luta por uma vaga na Champions League.

Os festejos de final de semana também se espalharam pela Bota – e não só porque a Juventus tem a maior torcida da Itália. Comemorações efusivas ocorreram nas torcidas de Cagliari, Sassuolo, Parma e Spal, que praticamente garantiram sua presença na elite para a próxima temporada. Os tifosi de Bologna e Udinese celebraram mais timidamente, mas também estão em boas condições para assegurarem a permanência na primeira divisão. Por fim, no feriado da Pasquetta, nesta segunda, foi Bérgamo que festejou a virada da Atalanta sobre o Napoli. Confira o resumo da jornada pascoal.

Juventus 2-1 Fiorentina
Alex Sandro (Pjanic) e Pezzella (contra) | Milenkovic

Tops: Alex Sandro (Juventus) e Chiesa (Fiorentina) | Flops: Cuadrado (Juventus) e Hanckó (Fiorentina)

As derrotas no último mês – as únicas duas no campeonato inteiro – adiaram um pouco o título da Juventus. Contudo, a taça enfim foi conquistada nesse sábado no Allianz Stadium, no dia em que, coincidentemente, a arena recebia a 150ª partida de Serie A dos juventinos desde sua inauguração. A Velha Senhora tem mais de 85% de vitórias em sua casa e não decepcionou a torcida diante da rival Fiorentina, que foi derrotada pelos juventinos em Turim pela oitava vez seguida.

O histórico octacampeonato teve um gosto especial para os bianconeri pelo fato de a Juve ter ampliado ainda mais o domínio no duelo com a viola e por ter igualado a Inter de 2006-07: foram as únicas equipes capazes de faturar o scudetto com cinco jornadas de antecipação na era dos três pontos. Torino, nos anos 1940, e Fiorentina, nos anos 1950, também conseguiram ganhar o título com cinco partidas por jogar, mas as vitórias ainda valiam dois pontos.

Apesar do fim de tarde regado a espuma e champanhe, a partida não foi fácil para o time de Allegri. A Juve saiu atrás do placar após pouco mais de cinco minutos, quando Milenkovic criou confusão na defesa juventina, acionou Chiesa e aproveitou a sobra de bola do cruzamento rasteiro do ponta. A Fiorentina dominou o primeiro tempo e poderia ter feito mais gols, já que Chiesa chegou acertar a trave duas vezes. Entre as duas chances do jovem viola, Alex Sandro empatou a peleja, desviando cobrança de escanteio de Pjanic no primeiro pau. O empate já era suficiente para que a Juve comemorasse o título, mas Pezzella adiantou a festa dos anfitriões ao marcar contra, errando o corte num cruzamento de Ronaldo. O ritmo da partida caiu após a virada e a Juve apenas administrou até iniciar os festejos.

Inter 1-1 Roma
Perisic (D’Ambrosio) | El Shaarawy

Tops: Borja Valero (Inter) e Dzeko (Roma) | Flops: Nainggolan (Inter) e Ünder (Roma)

Desde a chegada de Spalletti, a Inter era imbatível em confrontos diretos por Champions League até o mês passado, depois da derrota para a Lazio. A queda para os celestes continua sendo a única do período, mas a Beneamata enfileirou sua terceira partida sem vencer esses adversários em San Siro, já que recentemente também empatou com a Atalanta. De qualquer forma, o resultado foi suficiente para a equipe manter sua posição privilegiada na briga pelas últimas duas vagas para a competição europeia. A Roma perdeu a chance de aproveitar o tropeço do Milan, mas o empate não foi mau negócio, visto que os compromissos dos giallorossi nas próximas rodadas são bastante acessíveis.

O time de Ranieri chegou a sair na frente do placar com El Shaarawy, que marcou pelo segundo ano seguido em Milão contra os nerazzurri. O ítalo-egípcio aproveitou boa jogada de Dzeko (que ganhou quase todas as disputas contra os defensores da Inter) e anotou seu décimo tento no campeonato com seu característico chute de fora da área. Os mandantes se reorganizaram após o gol sofrido e retomaram o ritmo e a pressão estabelecida antes de terem sido vazados – Martínez havia acertado a trave.

O empate não ocorreu no primeiro tempo, mas depois que Icardi substituiu Nainggolan e deu mais profundidade à equipe. Entre as diversas chances perdidas, houve apenas o gol solitário de Perisic após belo cruzamento de D’Ambrosio. A Inter poderia ter virado, mas a última chance do jogo saiu dos pés de Kolarov, que obrigou Handanovic a uma ótima defesa.

Reação no segundo tempo diante do Napoli levou a Atalanta à quinta posição (Foto Mosca)

Napoli 1-2 Atalanta
Mertens | Zapata (Hateboer), Pasalic (Zapata)

Tops: Zapata e Ilicic (Atalanta) | Flops: Mertens e Milik (Napoli)

No duelo entre um time desanimado e sem grandes objetivos na temporada e outro sedento por fazer história, levou a melhor quem levou o jogo mais a sério. Disciplicente e contumaz esbanjão na cara do gol, o Napoli perdeu de virada e caminha para fechar a temporada de forma absolutamente melancólica. Já a Atalanta, que tem a segunda melhor campanha no segundo turno e sete pontos a mais em relação a 2017-18, coloca pressão no Milan. É a quinta colocada, com os mesmos 56 pontos dos rossoneri, e perde apenas nos critérios de desempate. A inédita classificação para a Champions League é uma possibilidade concreta.

A primeira etapa foi todinha do Napoli. Logo aos 10 minutos, Mertens aproveitou um erro de tempo de bola de Masiello e saiu na cara do gol, mas preferiu se atirar ao chão quando o goleiro Gollini se aproximava ao invés de tentar concluir. O belga se redimiu aos 28, depois de bela jogada trabalhada entre Callejón e Malcuit – novamente com a cumplicidade de Masiello: após o cruzamento do francês, o baixinho deixou a bola passar, mas o corte de Mancini bateu em seu glúteo esquerdo e a bola foi para as redes. Novamente em jogada em profundidade, os azzurri poderiam ter ampliado, mas Zielinski não conseguiu encobrir Gollini, que saiu bem para abafar o polonês. A Atalanta só assustou mesmo com um chute de fora da área de Gómez, segundos antes do intervalo.

No segundo tempo, o Napoli continuou aproveitando os enormes espaços que a defesa atalantina deixava às suas costas para criar chances – e desperdiçá-las. Aos 49, Masiello deixou Milik em condições, cara a cara com Gollini: o polonês deu uma cavadinha, mas o zagueiro conseguiu se recuperar e cortou antes de a bola cruzar a linha totalmente. Mertens estragou mais duas oportunidades e isso custaria muito caro aos partenopei. A Atalanta crescia no jogo e entrou de vez na partida quando Ilicic substituiu Freuler. O esloveno iniciou a jogada que teve o cruzamento de Hateboer para Zapata antecipar Koulibaly e empatar. De Roon e Milik tiraram tinta da trave em finalizações da entrada da área, mas o gol só foi sair depois que Zapata recebeu na área e teve toda a calma do mundo para servir Pasalic, que virou o placar. Após o 2 a 1 nerazzurro, as equipes criaram menos, mas a Atalanta ficou mais perto de ampliar do que de levar o empate. No apito final, vaias tomaram conta de um San Paolo esvaziado pela chuva e pela má fase azzurra.

Parma 1-1 Milan
Bruno Alves | Castillejo (Suso)

Tops: Bruno Alves (Parma) e Zapata (Milan) | Flops: Ceravolo (Parma) e Conti (Milan)

Abrindo a rodada de Páscoa, o Milan voltou a frustrar seus torcedores com mais um tropeço na reta final do campeonato. Dos males, o menor: os adversários por uma vaga na Liga dos Campeões também vacilaram posteriormente e a quarta posição foi mantida. Para o Parma o empate teve gosto de vitória e valeu uma comemoração especial com a torcida. Na primeira temporada após cinco anos longe da elite, a salvezza dos ducali está cada vez mais próxima.

Embora o empate tenha sido festejado em Parma, o time de D’Aversa poderia ter tido sorte melhor. Afinal de contas, as oportunidades mais perigosas foram quase todas dos anfitriões. Kucka deu susto aos milanistas em duas oportunidades e Siligardi balançou a trave. Mas quem abriu o placar foi Samu Castillejo, que – no susto – completou o cruzamento do compatriota Suso com uma forte cabeçada. No final, Bruno Alves se provou mais uma vez decisivo com suas cobranças de falta precisas e deixou tudo empatado. O português marcou seu quarto na competição – o segundo a partir de uma infração.

Festa no Marassi: Torino continua sonhando com sua primeira disputa de Champions League (EFE)

Genoa 0-1 Torino
Ansaldi (Berenguer)

Tops: Ansaldi e Sirigu (Torino) | Flops: Sanabria e Veloso (Genoa)

Lei do ex com requintes de crueldade. Autor de um dos gols da vitória no primeiro turno, Ansaldi voltou a marcar contra o Genoa, clube que defendeu muito bem três anos atrás, e garantiu mais um triunfo do Torino. Se a equipe grená continua a superar expectativas e segue junto dos que brigam pela Liga dos Campeões, para os grifoni o alerta foi ligado. Depois de boa sequência entre janeiro e março, a zona de descenso está próxima – ainda que os cinco pontos de vantagem pareçam ser suficientes no momento.

No Ferraris, mais uma vez prevaleceu a defesa do time de Mazzarri – que por 14 partidas não sofreu gols e é a quarta menos vazada do campeonato, logo atrás daquelas dos três primeiros da classificação. Sirigu apareceu com duas defesas magistrais, mas no geral o posicionamento do trio formado por Izzo, Nkoulou e Moretti foram suficientes para evitar grandes riscos na peleja. Por sua vez, a eficiência na frente foi decisiva. Em uma das poucas chegadas à área anfitriã, Ansaldi finalizou um contra-ataque iniciado na esquerda, após assistência de Berenguer. O ruivo mandou uma bomba no ângulo, sem chances para o goleiro Radu.

Lazio 1-2 Chievo
Caicedo (Correa) | Vignato (Stepinski) e Hetemaj (Depaoli)

Tops: Vignato e Hetemaj (Chievo) | Flops: Milinkovic-Savic e Luis Alberto (Lazio)

A Lazio não se ajuda e, depois da derrota para o rebaixado Chievo, na pior atuação da temporada, a Champions League parece um objetivo distante. Depois de ter vencido a Inter, a equipe de Inzaghi não engrenou e voltou a mostrar a irregularidade que lhe acompanhou ao longo da campanha: caiu para Spal e Milan, custou para empatar com o Sassuolo em casa e encontrou uma vitória sobre a Udinese, em partida atrasada do primeiro turno. Como nenhum de seus concorrentes dispara, contudo, a equipe romana ainda não perdeu o contato com o pelotão europeu.

Quem não ajudou em nada foi Milinkovic-Savic, expulso ainda no primeiro tempo por ter chutado Stepinski depois de ter ficado irritado com uma disputa de bola no meio-campo. Luis Alberto seria outro a perder a cabeça e, depois de uma péssima atuação, também acabou levando o vermelho no final da partida por ter aplaudido ironicamente a arbitragem. Tal descontrole deixa claro como os jogadores não estão lidando bem com a queda de rendimento em relação à campanha passada e a ineficácia de suas tentativas para reencontrar o melhor futebol. Dessa forma, os visitantes aproveitaram para conseguir sua segunda vitória no campeonato – a primeira fora de casa. O Chievo voltou do intervalo com determinação para buscar o resultado, construído em apenas dois minutos.

O primeiro teve a autoria do promissor Emanuel Vignato, ítalo-brasileiro destaque do time Primavera dos clivensi, que desde os 16 anos frequenta o elenco principal. Depois de passe de calcanhar de Stepinski, o meia-atacante nascido em 2000 fintou Parolo e chutou colocado no canto de Strakosha. Na sequência, Hetemaj completou cruzamento de Depaoli com tranquilidade, com a cumplicidade da péssima marcação de Marusic. Abalada e desorganizada, a Lazio tentou uma reação aos trancos e barrancos, mas só Correa mostrou lucidez: foi o autor da assistência para o gol de Caicedo e acertou bola na trave, não conseguiu evitar a derrota no final.

Em grande ascensão, Bologna projeta permanência na Serie A (Ansa)

Bologna 3-0 Sampdoria
Tonelli (contra), Pulgar e Orsolini (Krejci)

Tops: Orsolini e Pulgar (Bologna) | Flops: Audero e Tonelli (Sampdoria)

Uma forma curiosa de aplicação da lei do ex tem alavancado a recuperação do Bologna. Salvador da pátria no Dall’Ara, Mihajlovic não tem perdoado as equipes que defendeu como jogador ou treinador antes da desembarcar na capital emiliana. As vitórias contra Inter, Torino e agora Sampdoria, além do empate com a Fiorentina fora de casa, serviram bastante para os rossoblù saírem da zona de rebaixamento e se distanciarem dela – no total, foram cinco triunfos em sete rodadas. A equipe bolonhesa permaneceu lá por 19 rodadas e saiu para, quem sabe, não voltar mais. Afinal de contas, agora os felsinei já têm cinco pontos de vantagem para o Empoli e estão na frente de Udinese e Genoa.

No sábado, o Bologna fez uma boa partida, controlando as ações contra a Sampdoria de Giampaolo. É bem verdade, entretanto, que dessa vez os anfitriões também contaram com uma tarde desastrosa do ótimo e jovem goleiro Audero, que falhou nos três gols e acabou sendo protagonista do jogo, junto com Pulgar e Orsolini. Se Lyanco anulou Quagliarella de um lado, do outro Tonelli fez a primeira lambança e marcou contra, depois de o goleiro errar ao tentar socar a bola para longe. Depois, Audero foi encoberto por cobrança de falta lateral de Pulgar e engoliu um frango ainda maior após o fraco voleio de Orsolini. Uma tarde para ser esquecida pelo goleiro da seleção italiana sub-21.

Empoli 2-4 Spal
Caputo (Krunic) e Traoré (Mchedlidze) | Petagna (pênalti), Floccari (Lazzari), Petagna (Floccari) e Antenucci (Petagna)

Tops: Petagna e Floccari (Spal) | Flops: Nikolaou e Rasmussen (Empoli)

Uma arrancada rumo à salvação. Depois de alguns meses em baixa, a Spal conquistou uma sequência espetacular, com cinco vitórias em seis partidas (batendo, inclusive, Roma, Lazio e Juventus) e, simplesmente, não só igualou o número de triunfos que havia adquirido em todo o restante da temporada 2018-19 como chegou aos mesmos 38 pontos que somou em toda a campanha passada. Os estensi festejaram o feito com uma virada espetacular sobre o Empoli, concorrente direto que não perdia em casa havia cinco partidas e que, por sua vez está mais próximo do retorno à Serie B.

Protagonista de uma das atuações mais espetaculares de um goleiro na história da Serie A, o jovem Dragowski dessa vez não conseguiu parar o ataque da organizada Spal de Leonardo Semplici, que agora está nove pontos acima da zona encabeçada pelos toscanos. Na tarde de sábado, o setor ofensivo spallino teve grande atuação da dupla Floccari e Petagna. Antes disso, porém, foi o artilheiro azzurro Caputo quem abriu o placar. A virada visitante veio ainda na primeira etapa, com Petagna convertendo cobrança de pênalti e Floccari finalizando cruzamento de Lazzari.

Em reação imediata na volta do intervalo, os anfitriões chegaram ao empate no primeiro minuto, depois que a revelação Traoré completou uma bela trama do ataque. Apesar disso, Petagna voltou às redes pouco mais de dez minutos depois em outra jogada com Floccari, que serviu o centroavante canhoto criado em Milanello para um gol inusitado – afinal, saiu de um forte chute de direita de fora da área. O próprio Petagna puxou contra-ataque finalizado com perfeição por Antenucci, que mandou um chute no ângulo e encerrou a atuação de gala visitante.

Com força coletiva e gols de Petagna, Spal está quase livre do rebaixamento e busca atingir a marca de 50 pontos (LaPresse)

Cagliari 1-0 Frosinone
João Pedro (pênalti)

Tops: João Pedro e Ionita (Cagliari) | Flops: Zampano e Ciofani (Frosinone)

Depois do drama de alguns meses, o Cagliari está aliviado e a salvezza é uma questão de tempo. O time da Sardenha já somou os famosos 40 pontos de segurança e agora encontram-se na primeira parte da tabela, na frente da decepcionante Fiorentina. Depois de tantos investimentos feitos pela gestão de Tommaso Giulini – esforços que incluem a resistência em negociar suas melhores peças, como Cragno e Barella – finalmente a equipe começa a colher alguns frutos.

O time de Maran somou seis vitórias nas últimas dez rodadas. A da véspera da Páscoa teve participação brasileira, já que João Pedro foi um dos melhores em campo e ainda marcou o gol de vitória, em cobrança de pênalti – a cada dia, o mineiro se torna mais ídolo da torcida sarda. Nem mesmo a expulsão de Faragò, na etapa final, ameaçou a vitória. No lado derrotado, resignação: a reação nas últimas semanas cessou e, após duas derrotas, o rebaixamento do Frosinone está cada vez mais próximo. A depender dos resultados da próxima rodada, o veredito pode ser oficial.

Udinese 1-1 Sassuolo
Lirola (contra) | Sensi (Berardi)

Tops: De Paul (Udinese) e Sensi (Sassuolo) | Flops: Ekong (Udinese) e Lirola (Sassuolo)

Ainda na briga contra o rebaixamento, principalmente após as derrotas seguidas em Roma, a Udinese achou um ponto em casa. A equipe friulana se salvou no final do jogo contra o Sassuolo graças a um gol contra que saiu depois de um bate-rebate na área e aumentou a vantagem sobre o Empoli para quatro pontos – 34 contra 29. Já os neroverdi, com 38 somados, precisa de muito pouco para garantir mais uma permanência na elite.

O time da casa, que teve uma leve melhora com Tudor, custou para criar chances de gol neste sábado. Quando Demiral salvou em cima da linha o chute de De Paul, tudo parecia perdido, já que no primeiro tempo o Sassuolo já tinha aberto o placar em belo gol de Sensi, que aproveitou uma pixotada de Ekong e tabelou com Berardi antes de finalizar muito bem. Aos 8o minutos, depois de confusão na área, Lirola se enroscou com Okaka, acabou marcando contra e tirou a vitória da sua equipe.

Seleção da rodada
Sirigu (Torino); Lazzari (Spal), Bruno Alves (Parma), Nkoulou (Torino), Ansaldi (Torino); Orsolini (Bologna), Pulgar (Bologna), Ilicic (Atalanta); Zapata (Atalanta), Petagna (Spal), Floccari (Spal). Treinador: Sinisa Mihajlovic (Bologna).

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