Serie A

4ª rodada: com dois de Ibra e vitória no dérbi, o Milan virou líder isolado da Serie A

Neste fim de semana, tivemos mais uma rodada recheada de gols na Serie A: foram 41 em 10 partidas, nas quais apenas Lazio, Verona e Genoa não encontraram as redes. Ao passo em que o campeonato ratifica que não tem nada de defensivo, destruindo clichês e preconceitos, o Milan se isolou na liderança. O Diavolo venceu a Inter no Derby della Madonnina e contou com o tropeço da Atalanta para ficar sozinho na ponta da tabela.

Mais abaixo na tabela, o Sassuolo surpreende e aparece na segunda colocação. Napoli e Roma agradaram os torcedores com vitórias elásticas, enquanto a Juventus decepcionou ao ficar apenas no empate com o Crotone. Já seu adversário local, o Torino, ainda não sabe o que é pontuar nesta temporada: problemas para Giampaolo, que vê sua batata assar. Iachini também corre risco de demissão e se fala da possibilidade de Sarri acertar com a Fiorentina. Confira tudo no resumo da quarta rodada.

Inter 1-2 Milan

Gols e assistências: Lukaku; Ibrahimovic (pênalti) e Ibrahimovic (Rafael Leão)
Tops: Ibrahimovic e Kjaer (Milan)
Flops: Kolarov e Brozovic (Inter)

Após cinco duelos, o Derby della Madonnina voltou a ser rossonero. Numa partida bem jogada na etapa inicial, mas muito truncada por uma arbitragem confusa de Mariani do intervalo em diante, o Milan levou a melhor e se isolou na liderança da Serie A, com 12 pontos. O time de Pioli venceu 15 e empatou cinco dos últimos 20 jogos, marcando 51 gols e sofrendo 17. O Diavolo também balança as redes há 24 duelos seguidos e tem a sua segunda melhor sequência na história no quesito, atrás somente das 29 partidas de 1979.

Os dois times estavam desfalcados por conta de casos de covid-19: seis baixas do lado da Inter e duas no Milan, que, por sua vez, contava com os retornos de Ibrahimovic e Romagnoli. A equipe de Pioli se aproveitou da fragilidade dos nerazzurri, que escalaram D’Ambrosio e Kolarov na defesa. Aos 13 minutos, o sérvio deu um carrinho por trás em Ibra, dentro da área, e cometeu pênalti. O próprio atacante cobrou e parou em Handanovic, que se tornou o goleiro com mais defesas de penalidades, na Serie A, com 25. Contudo, não houve motivos de comemoração para o esloveno: o camisa 11 aproveitou o rebote e abriu o placar.

Três minutos depois, Rafael Leão fez boa jogada e cruzou para Zlatan, desmarcado por Kolarov, ampliar. A Inter respondeu à ofensiva do Milan com Lukaku, depois que Donnarumma falhou em cruzamento de Perisic e deixou o gol aberto. A Beneamata até tentava criar, mas paraca nas boas exibições de Bennacer e Kessié no meio-campo e em Kjaer, que se transformou em muralha dinamarquesa na zaga. Com isso, abusou do jogo direto e do pivô de Lukaku, que ganhava todas contra Romagnoli.

No segundo tempo, Mariani chamou mais atenção do que o jogo. As equipes fizeram muitas faltas – algumas duras –, mas o árbitro não mostrou critério. Ele também errou ao marcar um pênalti em Lukaku e “remediou” a falha ao assinalar um impedimento discutível. No fim das contas, o atacante belga e Hakimi tiveram boas chances de empatar para a Beneamata, mas não conseguiram. A Inter, então, continua com sete pontos, na sexta colocação.

Napoli 4-1 Atalanta

Gols e assistências: Lozano, Lozano (Mertens), Politano (Ruiz) e Osimhen (Ospina); Lammers (Romero)
Tops: Lozano e Osimhen (Napoli)
Flops: Palomino e Depaoli (Atalanta)

Se tivéssemos que escolher uma frase para define este jogo, seria “quem com ferro fere com ferro será ferido”. A Atalanta é conhecida por pressionar e golear seus adversários, mas dessa vez provou do próprio veneno ao ver o Napoli lhe aplicar quatro gols em um espaço de 20 minutos, ainda no primeiro tempo. Os visitantes tiveram dificuldade de impor seu estilo de jogo, que foi bem anulado por alguns encaixes individuais propostos por Gattuso.

A Dea comemorava seu 113° aniversário e o retorno de Ilicic – afastado desde julho por problemas pessoais –, mas não teve qualquer motivo para celebrar após o início do duelo no San Paolo. A equipe nerazzurra viu Lozano marcar uma doppieta em cinco minutos, entre os 23 e os 27, e coroar seu ótimo começo de temporada com a chegada à artilharia do campeonato. Um presente para o mexicano, que sofreu com problemas de adaptação e cresceu bastante após a contratação do atual treinador azzurro.

Politano fez o dele aos 30, com um canhotaço de fora da área, sem dar chances para Sportiello. Osimhen, a contratação mais cara da história do Napoli, anotou o quarto no fim da etapa inicial, com assistência de Ospina. O goleiro mandou a bola para o campo de ataque, o nigeriano só dominou e chutou rasteiro para guardar o seu primeiro com a camisa partenopea: só faltava mesmo balançar as redes para marcar o ótimo início de trajetória na Campânia. No segundo tempo, Mertens só não fez o quinto por causa de uma defesaça do goleiro nerazzurro e Gasperini achou por bem repousar suas principais peças para a Champions League. Com um time bastante modificado, a Atalanta fez seu gol de honra com Lammers, depois de boa arrancada de Romero.

Com grande início de campeonato, o Napoli tem sido comandado por Lozano e Osimhen (LaPresse)

Bologna 3-4 Sassuolo

Gols e assistências: Soriano (Palacio), Svanberg (Soriano) e Orsolini; Berardi (Chiriches), Djuricic (Caputo), Caputo e Tomiyasu (contra)
Tops: Soriano (Bologna) e Berardi (Sassuolo)
Flops: Skorupski (Bologna) e Locatelli (Sassuolo)

A partida que abriu o domingo foi uma das mais interessantes de toda a rodada, pela alternância no placar e pelas escolhas de estratégias das equipes na luta pela vitória. Foi o Bologna, dono da casa, que começou mandando no confronto entre clubes da Emília-Romanha. Uma boa troca de passes fez com que Soriano e Svanberg marcassem na primeira etapa, enquanto Berardi deixou o primeiro do Sassuolo com um chute colocado no canto direito, que Skorupski aceitou. Já na segunda etapa, Locatelli tentou sair jogando atrás e perdeu a bola para Orsolini, que não perdoou e fez um belo gol para os mandantes.

Faltando 30 minutos para acabar a partida e com uma vantagem de 3 a 1 no placar, o Bologna parecia em boas condições de vencer. Mas a palavra impossível não existe no vocabulário dos neroverdi. De Zerbi mostrou que é um dos melhores treinadores da liga ao fazer três substituições que ajustaram o seu time, que ficou mais ofensivo e passou a pressionar os rossoblù com maior intensidade. Raspadori e López tiveram bom impacto no jogo.

Aos 64, Djuricic diminuiu depois de tabelar dentro da área com Caputo. Seis minutos depois, foi a vez de o camisa 9 empatar: em um cobrança de escanteio, Palacio cortou mal e acabou amaciando a bola para o atacante da seleção mandar para dentro, de cabeça. O Sassuolo continuou indo para cima e o Bologna tentou se fechar, já que estava completamente abatido e queria pelo menos garantir o empate. Ferrari e Raspadori tiveram boas oportunidades defendidas por Skorupski, mas o goleiro polonês falhou ao tentar rebater um cruzamento rasteiro e espalmou em cima do bom Tomiyasu. Com o gol contra, ficou decretada a vitória dos neroverdi, agora vice-líderes do campeonato.

Crotone 1-1 Juventus

Gols e assistências: Simy (pênalti); Morata (Chiesa)
Tops: Reca (Crotone) e Morata (Juventus)
Flops: Magallán (Crotone) e Chiesa (Juventus)

O sábado foi encerrado com um tropeço da Juventus. Pirlo continuou a ousar em suas escalações e mandou a campo dois garotos da base: Frabotta, que já vem atuando como ala esquerdo, e Portanova, que atuou no lado oposto. A partida já começava com dificuldades para a Velha Senhora, devido às ausências de Ronaldo e McKennie, por covid-19, e a situação piorou nos minutos iniciais, quando Bonucci cometeu pênalti sobre Reca e Simy abriu o placar. Buffon completava 650 jogos pela Serie A de maneira pouco agradável.

O empate juventino demorou pouco. Aos 21 minutos, o estreante Chiesa mostrou porque foi contratado: recebeu em profundidade de Kulusevski e cruzou na medida para Morata escorar e marcar o seu primeiro no retorno ao clube. Depois disso, o jogo ficou agitado, mas nenhum time aproveitou suas chances. As melhores foram da Juve, que viu Morata acertar a trave e ter o gol da virada anulado por impedimento. Antes disso, Chiesa deu um pisão em Cigarini, numa dividida, e acabou expulso.

No primeiro tropeço do professor Pirlo pela Juve, Chiesa deu assistência e foi expulso (Insidefoto)

Roma 5-2 Benevento

Gols e assistências: Pedro (Pellegrini), Dzeko (Mkhitaryan), Veretout (pênalti), Dzeko (Mkhitaryan) e Pérez; Caprari (Foulon) e Lapadula
Tops: Dzeko e Mkhitaryan (Roma)
Flops: Caldirola e Falque (Benevento)

O domingo terminou como começou: com sete gols. Roma e Benevento fecharam o fim de semana com um jogão, muito disputado até a equipe da casa conseguir uma vantagem de dois tentos e fazer os visitantes esmorecerem. Logo no começo, Caprari fez valer a lei do ex ao chutar de longe e encobrir Mirante, depois de um desvio. A Loba tratou de responder rápido, com jogadas construídas em rápidas transições, como gosta Paulo Fonseca. Na primeira delas, Spinazzola atacou a linha de fundo e Pellegrini ajeitou para Pedro marcar; na segunda, Mirante ligou um contra-ataque em velocidade e Mkhitaryan encontrou um belo passe para Dzeko finalizar bem, vencendo Montipò.

Na segunda etapa, Veretout dormiu no ponto e, na tentativa de recuperar a bola, cometeu pênalti. Mirante até defendeu a cobrança, mas Lapadula aproveitou o rebote e empatou o jogo novamente. O francês se redimiria com a torcida graças a uma penalidade sofrida por Pedro, prontamente convertida. Novamente em vantagem, a Roma aproveitou a vantagem técnica sobre o aguerrido Benevento, que não se intimidava, para pegar o adversário em contra-ataque. No quarto gol, Foulon errou na tentativa de fazer a linha de impedimento e deixou a defesa desguarnecida: no três contra um, Mkhitaryan só rolou para Dzeko marcar a doppieta. No finalzinho, Pérez ainda marcou um belo gol, após sair driblando do meio-campo e finalizar com perfeição.

Sampdoria 3-0 Lazio

Gols e assistências: Quagliarella (Augello), Augello e Damsgaard (Verre)
Tops: Augello e Thorsby (Sampdoria)
Flops: Hoedt e Patric (Lazio)

Cheia de desfalques, a Lazio sucumbiu pela quarta vez em 11 partidas de Serie A em que não contou com a presença do goleador Immobile. No sábado, foi a vez de a Sampdoria, sua freguesa recente, tirar uma casquinha e ganhar apenas seu segundo confronto nos últimos 18 jogos. Com o resultado, a equipe doriana ultrapassou os laziali e ficou com seis pontos, contra quatro da adversária.

A primeira boa tentativa da partida resultou em gol: Augello cruzou na medida para Quagliarella, sozinho, pairar no ar e cabecear a bola bonito. Depois de dar uma assistência, o lateral-esquerdo parecia destinado a fazer o seu. Primeiro, um cruzamento perigoso teve que ser desviado para a linha de fundo por Strakosha. Mas o goleiro não conseguiu impedir que o canhoto aproveitasse uma sobra na entrada da área para mandar no cantinho.

A Lazio nada acertou na etapa inicial – nenhum chute no gol, por exemplo. Inzaghi mexeu no time e fez quatro substituições nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, mas não surtiu efeito. Correa e Milinkovic-Savic até tentaram de longe, já que não conseguiam quebrar a bem postada defesa da Samp, e Muriqi fez algumas jogadas como pivô, mas sem eficácia. O terceiro dos mandantes veio aos 74, depois que Patric cochilou, Verre lhe roubou a bola dentro da área e serviu Damsgaard. O dinamarquês iniciou sua contagem na Itália com uma finalização no ângulo.

Sensação do campeonato, o Sassuolo de Caputo virou sobre o Bologna e assumiu a vice-liderança (imago)

Torino 2-3 Cagliari

Gols e assistências: Belotti (pênalti) e Belotti (Bonazzoli); João Pedro (Walukiewicz), Simeone (Nández) e Simeone
Tops: Belotti (Torino) e Simeone (Cagliari)
Flops: Sirigu (Torino) e Sottil (Cagliari)

Num duelo de equipes que tentam deixaram para trás um estilo de futebol reativo e assimilar os preceitos ofensivos de Giampaolo e Di Francesco, respectivamente, já foi possível ver alguma evolução neste domingo. O Cagliari, porém, parece ter aproveitado a data Fifa de forma mais eficaz que o Torino e acabou levando três pontos para a Sardenha. O Toro, por sua vez, segura a lanterna, com três derrotas em três partidas – tem um jogo a menos, contra o Genoa.

O jogo nem havia começado direito e o Torino já tinha um pênalti a seu favor, por intervenção de Cragno sobre Belotti. O próprio atacante cobrou e encheu o pé na cobrança para marcar o seu segundo gol mais rápido na Serie A – atrás apenas de um anotado contra o próprio Cagliari, em 2016, com dois minutos de bola rolando. Só que a alegria durou e, ainda no primeiro tempo, os sardos controlaram a posse de bola e alcançaram a virada aos 19, em jogadas de área que procuraram os goleadores João Pedro e Simeone.

Na segunda etapa, o Torino teve mais posse e finalizou mais a gol, tanto que Belotti marcou sua doppieta com um belo chute. Só que Simeone também queria sua doppieta e aproveitou um rara falha de Sirigu: o goleiro não segurou um cruzamento simples e permitiu que o argentino fizesse o terceiro. Já no fim, o camisa 9 do Toro ainda teve chance de anotar de bicicleta, mas Cragno efetuou ótima defesa e manteve o resultado. Pela segunda vez na história, o Torino não marcou pontos nos primeiros três jogos do campeonato. A primeira foi em 2002-03, quando os granata acabaram rebaixados.

Spezia 2-2 Fiorentina

Gols e assistências: Verde (Terzi) e Diego Farias; Pezzella (Biraghi) e Biraghi (Lirola)
Tops: Chabot (Spezia) e Biraghi (Fiorentina)
Flops: Deiola (Spezia) e Cáceres (Fiorentina)

Um Spezia muito desfalcado, mas guerreiro, somou um ponto importante contra a forte Fiorentina. A Viola marcou dois gols em apenas cinco minutos de jogo – o que não acontecia desde 1958 contra o Padova –, mas colecionou desatenções defensivas e cedeu o empate para os bianchi. O primeiro veio depois que Biraghi cobrou escanteio na cabeça de Pezzella; o segundo veio com uma jogada de amplitude, na qual Lirola cruzou rasteiro para o lateral-esquerdo marcar. Apesar disso, Iachini não vem fazendo o time evoluir: provas disso foram a pouca criação subsequente aos gols, a dependência de bolas paradas e a falta de concentração.

Aproveitando a má apresentação da Fiorentina, os mandantes diminuíram na primeira etapa, depois que Cáceres dormiu e deixou Verde livre para marcar o seu. O Spezia foi para cima com tudo, no intuito de buscar o empate, e teve 12 finalizações durante a partida. Pezzella, Amrabat, Igor e, principalmente, Cáceres, continuavam errando. Foi num desses erros que o Spezia aproveitou novamente: o brasileiro Diego Farias acertou um chute, após bate-rebate, e empatou. Os dois times têm 4 pontos e tentam encontrar um norte neste campeonato.

Com Dzeko em alta, a Roma virou jogo complicado com o Benevento (AS Roma/LaPresse)

Udinese 3-2 Parma

Gols e assistências: Samir (Ouwejan), Iacoponi (contra) e Pussettto (Okaka); Hernani (Gagliolo) e Karamoh (Pezzella)
Tops: De Paul e Pereyra (Udinese)
Flops: Iacoponi e Kurtic (Parma)

O confronto entre Udinese e Parma foi feito de muitos gols e viradas – decorrentes de falhas defensivas. Nesse contexto, o time da casa foi melhor, contou com Pereyra e De Paul no comando do meio-campo e não só conquistou seus primeiros pontos como marcou seus primeiros gols no campeonato. A defesa friulana era bastante brasileira nesta partida: Nícolas estava no gol e tinha, à sua frente, Rodrigo Becão e Samir. Mas foi outro canarinho que marcou o primeiro gol da partida, aos 26: Hernani, com chute fraco que contou com baixo poder de reação do arqueiro bianconero. Só que Samir, com grande cabeçada, deixou tudo igual dois minutos depois.

No segundo tempo, uma bobeada clamorosa de Kurtic num passe acabou culminando no gol contra de Iacoponi. Depois do vacilo, o Parma controlou mais a bola e empatou graças à inteligência de Karamoh. O franco-marfinense começou a jogada e depois se infiltrou na defesa da Udinese, aproveitando marcação estática de Ouwejan, e escorou o cruzamento de Pezzella. Aos 88, quando o jogo caminhava para um empate, Pussetto acertou um chute rasteiro no canto do goleiro Sepe e garantiu a suada vitória bianconera.

Verona 0-0 Genoa

Tops: Colley (Verona) e Perin (Genoa)
Flops: Favilli (Verona) e Czyborra (Genoa)

Com 10 desfalques só por causa do coronavírus, Verona e Genoa não saíram do 0 a 0. Quem ajudou a deixar o resultado assim foi Perin, que fez 10 defesas, sendo duas delas muito importantes, ante Colley e Faraoni – esta, já nos acréscimos. O Verona terminou a partida com 18 finalizações, sendo três delas com Colley. O gambiano, emprestado pela Atalanta, foi sempre acionado por conta de seus atributos: velocidade, boa qualidade no passe e precisão nos chutes.

O time da casa teve o controle do jogo o tempo todo, enquanto o Genoa ficava à espera de contra-ataques. Dessa forma, o Hellas conseguiu a marca de três clean sheets seguidos nos primeiros jogos dentro de casa na temporada, algo que não acontecia desde 1972 – tempos do famoso Fatal Verona.

Seleção da rodada

Perin (Genoa); Thorsby (Sampdoria), Kjaer (Milan), Koulibaly (Napoli), Augello (Sampdoria); Soriano (Bologna), Mkhitaryan (Roma); Lozano (Napoli), Ibrahimovic (Milan), Dzeko (Roma), Berardi (Sassuolo). Técnico: Gennaro Gattuso (Napoli).

Deixe um comentário