Listas

Os 10 maiores jogadores da história do Napoli

O Napoli é um time que ganhou muito carinho de amantes do futebol no Brasil, pois, no auge da equipe, a Rede Bandeirantes, com Luciano do Valle, transmitia para o país a Serie A. Além disso, neste período, Careca e Alemão tiveram destaque na passagem pelos partenopei. Foi nesta época que a maior parte dos integrantes do nosso top 10 vestiu a camisa napolitana – são seis atletas, no total.

Os scudetti conquistados em 1986-87 e 1989-90 e a Copa Uefa 1988-89 transformaram Diego Armando Maradona em deus e, seus coadjuvantes, também ficaram para sempre nos corações azzurri. E, claro, isto pesou nas escolhas, deixando jogadores de grande talento fora lista, por não terem as taças que, a maior parte dos escolhidos, têm. Obviamente, o segundo melhor momento do clube na história, que ainda está em curso com Rafa Benítez e começou com Walter Mazzarri, também foi considerado e há jogadores ainda em atividade em nossa lista.

Outro motivo para a escolha de alguns jogadores foi a identificação com o clube, a cidade e a torcida. Muitos jogadores na Itália nasceram em Nápoles, mas poucos defenderam as cores da equipe (menos ainda por muitos anos). Ciro Ferrara e Antonio Juliano são exceções: napolitanos que puderam representar esta paixão de Nápoles pelos azzurri dentro de campo.

Para montar as listas, o Quattro Tratti levou em consideração a importância de determinado jogador na história do clube, qualidade técnica do atleta versus expectativa, identificação com a torcida e o dia a dia do clube (mesmo após o fim da carreira), grau de participação nas conquistas, respaldo atingido através da equipe e prêmios individuais. Listas são sempre discutíveis, é claro, e você pode deixar a sua opinião nos comentários!

A partir de agora, a lista de melhores jogadores da história do clube, que, apesar de ter apenas oito títulos de mais relevância, teve futebolistas de altíssimo nível, como todos poderão observar. Além do “top 10”, com detalhes sobre os jogadores, suas conquistas e motivos que os credenciam a figurar em nossa listagem, damos espaço para mais alguns grandes, como Luis Vinício, Dino Zoff e o atual líder da equipe, Marek Hamsík. Sem mais, vamos à lista dos 25 jogadores históricos napolitanos e o destaque para o top 10.

Observações: Para saber mais sobre os jogadores, os links levam a seus perfis no site. Os títulos e prêmios individuais citados são apenas aqueles conquistados pelos jogadores em seu período no clube. Também foram computadas premiações pelas seleções nacionais, desde que ocorressem durante a passagem dos jogadores nos clubes em questão. 

Top 25 Napoli

11. Luis Vinício; 12. Dino Zoff; 13. Ruud Krol; 14. Attila Sallustro; 15. Marek Hamsík; 16. Hasse Jeppson; 17. Paolo Cannavaro; 18. Cané; 19. Gianfranco Zola; 20. Ezequiel Lavezzi; 21. Fernando De Napoli; 22. Omar Sivori; 23. Amedeo Amadei; 24. Giuseppe Bruscolotti; 25. Bruno Pesaola.

10° – Bruno Giordano

Posição: atacante
Período em que atuou no clube: 1985-88
Títulos: Serie A (1986-87) e Coppa Italia (1986-87)
Prêmios individuais: Artilheiro da Coppa Italia (1986-87)

Ao lado de Maradona e Careca (antes, Carnevale), Giordano formou o trio MaGiCa. Os três jogadores ofensivos brilharam na conquista do scudetto de 1986-87, o atacante marcou cinco vezes na campanha e foi terceiro na artilharia da equipe campeã. Na mesma temporada, os azzurri garantiram a Coppa Italia, competição em que o romano fez dez gols (foi o artilheiro), em 13 jogos, um deles na final, contra a Atalanta. Giordano chegara já com experiência e, aos 29 anos, com 10 temporadas prolíficas na Lazio, mas foi na Campânia que se consagrou e conquistou os títulos da carreira profissional.

Os dois títulos conquistados na segunda temporada foram os únicos do trio MaGiCa, que, mesmo sem outras taças, encantou a Itália nos três anos em que esteve junto. Giordano marcou 23 gols em sua passagem pelo clube partenopeu e se tornou um ídolo, porém, ao entrar em conflito com o técnico Ottavio Bianchi, o atacante teve seu contrato rescindido e rumou para o Ascoli. A mágica voltou a ser vista, no dia 30 de outubro de 2010, quando o San Paolo recebeu uma partida comemorativa aos 50 anos de Maradona e o trio MaGiCa se reuniu pela última vez.

9° – Alemão

Posição: volante
Período em que atuou no clube: 1988-92
Títulos: Copa América (1989), Copa Uefa (1988-89), Serie A (1989-90) e Supercoppa Italiana (1990)
Prêmios individuais: nenhum

Os cabelos loiros e a pele clara transformaram Ricardo Rogério de Brito em Alemão. Com o apelido consolidado, ele se destacou pelo Botafogo, foi vendido ao Atlético de Madrid e, com menos de uma temporada de Espanha, conseguiu ainda mais relevância no cenário futebolístico mundial. Por isso, em 1988, o volante forte, aplicado, mas também técnico e habilidoso foi contratado pelo ambicioso Napoli do presidente Corrado Ferlaino e do diretor geral Luciano Moggi. Nos azzurri, o brasileiro se transformou em escudeiro das estrelas, Maradona e Careca.

Em quatro anos pelo Napoli, o camisa cinco atuou 93 vezes e marcou nove gols pela Serie A. Fazer parte do melhor período da história dos partenopi garantiu ao brasileiro títulos: o segundo campeonato italiano azzurro (1990) e a Copa Uefa de 1989. Na segunda partida da decisão europeia, contra o Stuttgart, Alemão fez um de seus raros gols e colaborou decisivamente com o título napolitano. O brasileiro se despediu do clube em que viveu seu auge, em 1992, quando foi cedido à Atalanta.

8° – Andrea Carnevale

Posição: atacante
Período em que atuou no clube: 1986-90
Títulos: Serie A (1986-87 e 1989-90), Coppa Italia (1986-87) e Copa Uefa (1988-89)
Prêmios individuais: nenhum

Aos 25 anos, depois de vestir a camisa de seis equipes pequenas e medianas, por quatro milhões de liras, Carnevale se juntou ao Napoli, que àquela época havia recém-iniciado a era Maradona. O atacante oportunista e bom no jogo aéreo se aproveitou muito das assistências do camisa 10 argentino. Mas, além da ótima capacidade de balançar as redes, ele também tinha habilidade para criar espaço para os próprios arremates e combinar com os outros integrantes do setor ofensivo napolitano.

Jogar com Maradona o fez acumular títulos. Em 1986-87, venceu a Serie A e a Coppa Italia, competições em que marcou 13 vezes, colaborando bastante para o sucesso partenopeu – inclusive, foi dele o gol que garantiu o scudetto, em empate com a Fiorentina. Depois de dominar a Itália, foi a vez de ganhar a Europa, através da vitória na Copa Uefa. Dois gols de Carnevale foram fundamentais: um contra a Juventus, na quartas de final, e, outro, contra o Bayern de Munique, nas semifinais. A quarta taça em azzurro foi o segundo scudetto partenopeu, em temporada na qual marcou oito vezes. A consagração na Serie A fechou a sua trajetória no clube e, com quatro títulos em quatro temporadas, Carnevale foi direto para história napolitana.

7° – Antonio Vojak

Posição: atacante
Período em que atuou no clube: 1929-35
Títulos: nenhum
Prêmios individuais: nenhum

Nascido em Pola, região hoje pertencente à Croácia, Antonio Vojak teve grande passagem pela Juventus, mas se identificou mesmo com o Napoli, clube que mais defendeu e pelo qual mais marcou gols na carreira. Por ser atacante, balançar as redes foi comum em toda a trajetória futebolística, mas, em azzurro, ele se sentiu mais à vontade para isso: com 103 gols, em 196 partidas e a média de 0,526 por jogo, até hoje é o quarto maior artilheiro da história dos partenopei e dono da terceira melhor média de realização.

Apesar de ter se tornado ídolo napolitano, por ter vivido durante o fascismo e ser, de fato, um estrangeiro, Vojak sofreu com o regime ditatorial e foi obrigado a utilizar o nome Vogliani. O que nunca mudou foi a presença do tradicional basco (uma espécie de boina) na cabeça. Com o curioso adereço, durante os seis anos que vestiu azzurro, Vojak liderou o time em gols e manteve o Napoli sempre na metade de cima da tabela da Serie A, juntamente com Attila Sallustro, ítalo-paraguaio que também era goleador e fez história, chegando ao segundo posto entre os maiores artilheiros azzurri. Mesmo com a mudança de sobrenome por um período, os partenopei nunca esquecerão o seu antigo goleador.

6°- José Altafini 

Posição: atacante
Período em que atuou no clube: 1965-72
Títulos: Copa dos Alpes (1966)
Prêmios individuais: nenhum

O sobrenome não nega, nascido em Piracicaba, no interior de São Paulo, José Altafini é filho de italianos. Primeiro, o ítalo-brasileiro se destacou pelo país natal e, depois, se aventurou e venceu na terra dos pais, sempre mostrando habilidade e faro de gol. Antes de ir para o Napoli, o nosso Mazzola foi campeão do mundo com o Brasil e venceu Serie A e Liga dos Campeões com o Milan. No sul do Belpaese, o piracicabano encontrou Omar Sivori, em final de carreira, e formou ótima dupla de ataque, principalmente, nos dois primeiros anos, quando o argentino ainda atuava em nível alto.

Em 1967-68, com Dino Zoff sob a baliza e bons desempenhos da dupla ofensiva, o Napoli passou perto do primeiro scudetto. Mas, mesmo com os 13 gols de Altafini (vice-artilheiro da disputa), os partenopei não foram capazes de superar o Milan, que perdeu apenas duas vezes, nas 30 rodadas. Nos anos seguintes, apesar de boas marcas individuais do atacante, os azzurri não voltaram a alcançar o vice-campeonato. Em 1972, o ítalo-brasileiro deixou o clube e foi para a Juventus, mas, até hoje, é o quinto maior artilheiro da história napolitana, com 97 gols em 234 partidas, número que o coloca também como 23° futebolista que mais vestiu azzurro.

5° – Ciro Ferrara

Posição: zagueiro
Período em que atuou no clube: 1984-94
Títulos: Serie A (1986-87 e 1989-90), Coppa Italia (1986-87), Copa Uefa (1988-89) e Supercopa Italiana (1990)
Prêmios individuais: nenhum

Nascido em Nápoles, Ferrara iniciou a trajetória futebolística no Napoli. A estréia pelo time profissional ocorreu aos 18 anos, mesma época que Diego Maradona chegava ao clube, o que tornou os dois muito amigos. Na temporada seguinte, o jovem começou a aparecer mais no time principal e, em 1987, finalmente, a equipe estava bem arrumada. Maradona, Carnevale e Careca decidiam na frente e contavam com o apoio da defesa consistente, tendo Ferrara e Francini no miolo. Assim, veio o histórico scudetto e a Coppa Italia.

As duas conquistas no mesmo ano marcaram o início da era de ouro para os azzurri. Pela frente, ainda viria mais um scudetto e uma Copa Uefa, o primeiro título europeu napolitano. Na final, contra o Stuttgart, Ferrara marcou, após passe de Maradona (foto). Em 1992, herdou a faixa de capitão do argentino, que declarou: “Uma vez eu disse que Ferrara era o melhor defensor do mundo. Não sei se é verdade, mas eu achava que sim. Lhe quero muito bem, foi o melhor amigo que deixei no Napoli”. Com a saída de Dieguito, o Napoli perdeu relevância e Ferrara partiu para a Juventus. Em dez anos de clube, a história foi muito bem escrita nas 322 partidas que o transformaram no quarto jogador que mais vestiu azzurro.

4° – Antonio Juliano

Posição: meia
Período em que atuou no clube: 1962-78
Títulos: Copa dos Alpes (1966), Coppa Italia (1975-76), Copa Anglo-italiana (1975-76) e Eurocopa (1968)
Prêmios individuais: nenhum

Napolitano, aos 14 anos, Antonio Juliano já havia ingressado nas categorias de base do clube da cidade natal. Contando a fase de formação, foram mais de duas décadas de dedicação aos partenopei. A faixa de capitão veio aos 23 anos e, ao todo, Juliano acumulou 505 presenças pelo clube (segundo jogador com mais aparições pela equipe). Isto bastaria para colocá-lo entre os maiores da história napolitana, porém, o meio-campista ainda era um verdadeiro líder e, com muita classe, ditava o ritmo do jogo, sendo relevante em conquistas. Com a grande forma no Napoli, defendeu a Itália em três Mundiais (1966, 1970 e 1974) e ainda conquistou uma Eurocopa.

Juliano viveu alguns altos e baixos do Napoli e, na temporada de estreia, caiu para Serie B, onde ficou por dois anos. Depois do início complicado, o napolitano fez parte de times que foram vice-campeões e ficaram muito próximos da conquista do inédito scudetto. Em 1967-68, o título ficou com o Milan de Nereo Rocco e, em 1974-75, um timaço da Juventus levou a taça. Próximo do final da carreira, o napolitano ganhou seu primeiro título importante com o clube do coração, a Coppa Italia, em 1975-76. Aposentado, o antigo capitão voltou ao Napoli e, como diretor, marcou dois golaços: participou diretamente das negociações que trouxeram Krol e Maradona aos partenopei.

3° – Edinson Cavani

Posição: atacante
Período em que atuou no clube: 2010-13
Títulos: Coppa Italia (2011-12) e Copa América (2011)
Prêmios individuais: Artilheiro da Serie A (2012-13), Time do Ano da Serie A (2010-11, 2011-12 e 2012-13) e Futebolista Estrangeiro do Ano da Serie A (2012-13)

Cavani chegou ao Napoli, por 17 milhões de euros, mas Aurelio De Laurentiis nunca se arrependerá do alto valor investido. Em três temporadas, o Matador foi artilheiro partenopeu em todas elas, foi eleito para o time do ano da Serie A e colaborou com duas classificações napolitanas à Liga dos Campeões. Além de balançar as redes constantemente, a identificação com os azzurri ficou tão forte que torcedores inventaram uma “religião” chamada Cavanismo. O uruguaio ainda ficou bem quisto pelo estilo de jogo: um centroavante completo, que ajudava muito na marcação e que mostrou muita raça em todas as partidas no Napoli.

Maradona teve seu trio, Cavani também. No 3-4-2-1 de Mazzarri, Lavezzi e Hamsík alinhavam com ele. O único título do camisa sete, com os ótimos coadjuvantes, foi a Coppa Italia 2011-12. Com cinco gols, o Matador foi o artilheiro e marcou tentos decisivos, nas quartas de final, semifinal e final. No último ano de clube, o Napoli brigou seriamente com a Juventus pelo scudetto, mas faltou elenco. Cavani não decepcionou e terminou a Serie A como artilheiro, com 29 gols – apenas ele e Maradona conseguiram ser artilheiros do campeonato jogando pelo Napoli. Por 64,5 milhões de euros, o PSG levou o craque, que deixou Nápoles como terceiro maior artilheiro da história e, com 104 tentos em 138 partidas, é dono da melhor média de gols entre os jogadores azzurri.

2° – Careca

Posição: atacante
Período em que atuou no clube: 1987-93
Títulos: Copa Uefa (1988-89), Serie A (1989-90) e Supercoppa Italiana (1989-90)
Prêmios individuais: Artilheiro da Copa Uefa (1988-89)

Em 1987, um ano depois de ser Bola de Ouro do Brasileirão, Careca chegou ao San Paolo. Mesmo atuando mais aberto pela direita, o brasileiro marcou 13 gols na primeira temporada e o trio MaGiCa (Maradona, Giordano e Careca) conduziu os azzurri ao vice-campeonato. Em 1988-89, ele foi novamente o artilheiro do time em outra campanha de segunda colocação da Serie A, com 19 gols, e ajudou o Napoli a vencer a Copa Uefa, quando liderou a artilharia da competição com seis gols – inclusive marcando gol na final contra o Stuttgart.

No ano seguinte, a boa fase de Careca e Maradona destruiu os rivais na campanha do título nacional, ano em que também conquistaram a Supercoppa. Foi a última vitória do mais importante ciclo da história partenopea, muito disso condicionado pela suspensão por 15 meses de Maradona, pego em um exame antidoping. Com o novo parceiro de ataque, Gianfranco Zola, Careca brilhou pouco durante mais três anos no clube. Em 1993, o brasileiro deixou o clube para jogar no Kashiwa Reysol, do Japão. Careca deixou o Napoli com 95 gols, em 221 partidas e, ainda hoje, é o sexto maior artilheiro da história napolitana.

1° – Diego Armando Maradona

Posição: meia-atacante
Período em que atuou no clube: 1984-91
Títulos: Copa do Mundo (1986), Serie A (1986-87 e 1989-90), Coppa Italia (1986-87), Copa Uefa (1988-89) e Supercoppa Italiana (1989-90)
Prêmios individuais: Guerin d’Oro, futebolista do ano da Serie A (1984-85), Bola de Ouro da Copa do Mundo (1986), Time da Copa do Mundo (1986 e 1990), Jogador do ano World Soccer (1986), Artilheiro da Serie A (1987-88) e Artilheiro da Coppa Italia (1987-88).

Escolha óbvia. Por um valor recorde de transferências à época, Maradona saiu do Barcelona para ser apresentado ao San Paolo lotado. Nos dois primeiros anos, gols, mas apenas a 8ª e a 3ª posições na Serie A. Em 1986, foi campeão mundial e líder da Argentina na Copa. Na volta à Itália, treinado por Ottavio Bianchi e jogando ao lado de Bruno Giordano e Careca, conseguiu levar o Napoli ao seu primeiro scudetto, com uma campanha que o consagrou definitivamente na Itália. No mesmo ano, fez a dobradinha ao levar para os azzurri também ao título da Coppa Italia. A sequência de títulos (ou de disputas, como as que levaram o Napoli ao vice da Serie A em 1988 e 1989) continuou ao longo dos tempos, com Maradona sendo o principal personagem do bicampeonato italiano, em 1990, além de sua única conquista continental, a Copa Uefa de 1989.

Todas as conquistas e a identificação com a torcida alçaram Maradona a um patamar de deus entre os mortais. A tamanha idolatria dos napolitanos pelo argentino se refletiu na semifinal da Copa de 1990, disputada no San Paolo, quando a torcida local preferiu apoiar El Diez ao invés de torcer pela Itália. O carinho dos torcedores não foi capaz de afastar Dieguito do vício da cocaína e, assim, em 1992 deixou o clube, depois de mais de um ano afastado por doping. Até hoje, o craque é o maior artilheiro da história napolitana, com 115 gols. Como reverência aos serviços prestados, a camisa 10 foi aposentada em 2000 e nunca mais será vestida por outro jogador, afinal, ninguém seria capaz de igualar Mardona no coração dos partenopei.

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