Listas

Os 10 maiores jogadores da história do Milan

Juventus, Inter e agora Milan. No nosso especial que elege os maiores craques da história dos principais clubes italianos, chegou a hora de falar sobre a equipe rossonera, que entre os times do Belpaese, é o que tem mais títulos internacionais.

Na coleção de craques que desfilaram pelo Milan, notamos que os grandes jogadores começaram a passar por lá a partir do fim da década de 40, quando a equipe começou a crescer de patamar e a deslanchar em território nacional e internacional, enchendo sua enorme sala de troféus. E, claro, títulos conquistados graças à seleção de craques que mencionamos no texto abaixo, e vários outros que nem entraram entre os 25 maiores da história. Afinal, escolher 10 ou 25 jogadores de clubes com histórias tão grandes é algo muito complicado.

Relembrar a história exige seleção e critérios e, por mais que alguns grandes nomes tenham ficado de fora, se a nossa lista tivesse 50 ou 100 nomes, eles certamente estariam aí, porque foram cogitados em votação interna entre nossos colaboradores. Para montar as listas, o Quattro Tratti levou em consideração a importância de determinado jogador na história do clube, qualidade técnica do atleta versus expectativa, identificação com a torcida e o dia a dia do clube (mesmo após o fim da carreira), grau de participação nas conquistas, respaldo atingido através da equipe e prêmios individuais. Listas são sempre discutíveis, é claro, e você pode deixar a sua nos comentários!

Além do “top 10”, com detalhes sobre os jogadores, suas conquistas e motivos que os credenciam a figurar em nossa listagem, damos espaço para mais alguns grandes. Quem não atingiu o índice necessário para entrar no top 10 é mostrado no ranking a seguir.

Observações: Para saber mais sobre os jogadores, os links levam a seus perfis no site. Os títulos e prêmios individuais citados são apenas aqueles conquistados pelos jogadores em seu período no clube. Também foram computadas premiações pelas seleções nacionais, desde que ocorressem durante a passagem dos jogadores nos clubes em questão. 

Top 25 Milan

11. Ruud Gullit; 12. Kaká; 13. Alessandro Costacurta; 14. Gunnar Gren; 15. Carlo Ancelotti; 16. Karl­-Heinz Schnellinger; 17. George Weah; 18. Mauro Tassotti; 19. Juan Alberto Schiaffino; 20. Clarence Seedorf; 21. Sebastiano Rossi; 22. Dejan Savicevic; 23. Zvonimir Boban; 24. Andrea Pirlo; 25. Filippo Inzaghi.

10º – Cesare Maldini

Posição: defensor
Período em que atuou no Milan: de 1954 a 1966
Títulos conquistados: 4 Serie A (1954-55, 1956-57, 1958-59 e 1961-62), 1 Copa Latina (1956), 1 Copa dos Campeões (1962-63)
Prêmios individuais: nenhum

Mais do que o pai de Paolo Maldini, Cesare foi uma das maiores bandeiras da história do Milan. Muito antes de seu filho fazer história com a camisa 3 rossonera, o ex-defensor já apresentava a versatilidade do filho e em tempos de WM e transição para o catenaccio na Bota, foi terzino, stopper e líbero. Uma referência na posição nos anos 50 e 60.

Em 12 anos de Milan, fez 412 partidas oficiais e marcou três gols; foi tetracampeão italiano e ergueu a primeira  das sete “orelhudas” do Diavolo. Capitão entre 1961 e 66, recebendo a faixa de Liedholm e passando para Rivera, Cesare ainda teve participações como vice-treinador de Nereo Rocco em 1971-72, assumindo o cargo do lendário treinador entre 1972 e 74, que então virou diretor técnico, cargo em que também trabalhou por alguns meses em 2001.

Posição: meio-campista
Período em que atuou no Milan: de 1949 a 1961

Títulos conquistados: 4 Serie A (1950-51, 1954-55, 1956-57 e 1958-59), 2 Copas Latinas (1951 e 1956)
Prêmios individuais: nenhum

Il Barone” define tudo. O apelido evidencia a liderança, coração e técnica do maior meio-campista da história do Milan antes de Rivera. Por 12 anos, Liedholm foi tudo isso e mais um pouco pelo clube de Milão. Em 394 partidas e com 89 gols, foi a alma do meio-campo do clube nos anos 50 e um dos integrantes do trio Gre-No-Li, ao lado de seus compatriotas Gren e Nordahl. O segundo estrangeiro com mais partidas pelos rossoneri, atrás de Seedorf.

Um “centrocampista total”, liderou o Diavolo em quatro scudetti e também preparou o caminho para o surgimento da lenda Gianni Rivera. Como treinador, um dos mais influentes no auge do futebol italiano e pioneiro na introdução da defesa a zona no Belpaese, comandou o time que conquistou o 10º scudetto, e introduziu outra lenda milanista, Franco Baresi, além de Collovati, Maldera e Novellino.

8º – Frank Rijkaard

Posição: meio-campista
Período em que atuou no Milan: de 1988 a 1993
Títulos conquistados: 2 Serie A (1991-92 e 1992-93), 2 Supercopas Italianas (1988 e 1992), 2 Copas dos Campeões (1988-99 e 1989-90), 2 Supercopas Europeias (1989 e 1990), 2 Copas Intercontinentais (1989 e 1990)
Prêmios individuais: bronze da Bola de Ouro (1988 e 1989), melhor estrangeiro da Serie A (1992), melhor jogador da Serie A (1992), Inserido na lista Fifa 100

Também integrante de um trio estrangeiro vencedor no Milan, Rijkaard foi o último holandês a completar a tríade formada com Van Basten e Gullit e também o primeiro a sair. Contudo, foi tão importante e impactante quanto os compatriotas. Por cinco temporadas, jogou 201 vezes e marcou 26 gols. Peça-chave na dupla conquista europeia do Milan de Sacchi e bicampeão italiano no recordista Milan de Capello.

Zagueiro de origem, se consolidou como meio-campista após insistência de Arrigo Sacchi e se tornou um dos maiores nomes na posição na história do futebol. Parte fundamental no sistema a zona, dava o equilíbrio necessário no meio-campo rossonero e liderava os movimentos de marcação pressão e compactação do time. Um gênio tático e que tem seu nome gravado no hall de craques milanistas.

7º – José Altafini

Posição: atacante
Período em que atuou no Milan: de 1958 a 1965
Títulos conquistados: 2 Serie A (1958-59 e 1961-62), Copa dos Campeões (1962-63)
Prêmios individuais: artilheiro da Serie A (1961-62), artilheiro da Copa dos Campeões (1962-63)

Quando falamos em brasileiro no Milan, logo pensamos nós que por lá estiveram na era Ancelotti, como Kaká, Dida, Cafu, Serginho e Leonardo, certo? Pois bem, antes desses um atacante com apelido de craque fez história com a camisa rossonera. Altafini, o nosso Mazzola, era um centroavante completo, com instinto artilheiro e, a despeito da baixa estatura, de muita força física e explosão. Por cinco temporadas, quatro como titular e em todas com mais de dois dígitos em gols, foi o perfeito substituto de Nordahl.

Hoje o quarto maior artilheiro do clube, Altafini também chegou a ser o jogador com mais gols numa edição da Copa dos Campeões (14 gols, em 1962-63), atual Liga dos Campeões, e da Serie A pelos rossoneri (28, em 1958-59). 161 gols em 246 partidas e artilheiro nas campanhas de três dos mais importantes títulos na imensa sala de troféus do clube.

6º – Andriy Shevchenko

Posição: atacante
Período em que atuou no Milan: de 1999 a 2006; 2007-08
Títulos conquistados: 1 Serie A (2003-04), 1 Coppa Italia (2002-03), 1 Supercoppa Italiana (2004), 1 Liga dos Campeões (2002-03), Supercopa Europeia (2003)
Prêmios individuais: Bola de Ouro (2004), Jogador ucraniano do ano (1999, 2000, 2001, 2004 e 2005), artilheiro da Serie A (2000 e 2004), artilheiro da Liga dos Campeões (1999 e 2006), Melhor atacante da Europa (1999), Melhor jogador estrangeiro da Serie A (2000), Gol mais bonito da Serie A (2004), Seleção do ano da Uefa (2004 e 2005), Seleção do ano FifPro (2005) e Inserido na lista Fifa 100

Simplesmente Andriy Shevchenko. Um nome imponente, que faz jus ao que o torcedor milanista via a cada jogo do clube entre 1999 e 2006. Em sete anos, ninguém jogou ou fez tantos gols quanto o ucraniano na Itália. Um atacante com todos os requisitos e genialidade, que tornava seus ótimos companheiros de ataque meros coadjuvantes.

O maior artilheiro do Derby d’Italia, com 14 gols, fazia o interista ter pesadelos antes e depois dos dérbis. Em 322 partidas, contando a apagada segunda passagem por um ano, 175 gols – a segunda maior quantidade de gols de um jogador na história do Diavolo, atrás apenas de Nordahl. Sheva ainda marcou mais de 10 gols por sete incríveis anos consecutivos. Um monstro da grande área.

5º – Marco van Basten

Posição: atacante
Período em que atuou no Milan: de 1987 a 1995
Títulos conquistados: 4 Serie A (1987-88, 1991-92, 1992-93 e 1993-94), 4 Supercopas Italianas (1988, 1992, 1993 e 1994), 3 Copa dos Campeões/Liga dos Campeões (1988-89, 1989-90 e 1993-94), 3 Supercopa Europeia (1989, 1990 e 1994), 2 Copas Intercontinentais (1989 e 1990), 1 Eurocopa (1988)
Prêmios individuais: Bola de Ouro (1988, 1989 e 1992), melhor jogador do mundo (1992), artilheiro da Eurocopa (1988), artilheiro da Copa dos Campeões (1988-89), artilheiro da Serie A (1989-90 e 1991-92), Inserido na lista Fifa 100

Um homem  destinado a marcar gols e ganhar títulos. Se Rijkaard dava o equilíbrio no meio-campo e Gullit a criatividade no último terço do campo, Van Basten era a garantia de gols. Mas não só isso. Alto e forte, o atacante não se notabilizou apenas pelos gols, mas também pela qualidade técnica acima do normal para um centroavante de 1,88 m e mais de 80 kg, e leitura de jogo, dando movimentação e sendo mais que uma referência na área adversária.

Foram oito anos de Milan, mas nos últimos dois Van Basten não entrou em campo por conta de problema crônico no tornozelo e que o fez interromper uma vitoriosa carreira no auge, aos 30 anos. Ainda assim, números impressionantes em seis temporadas e 16 títulos: 201 jogos e 125 gols. Na última temporada que jogou, 1992-93, 15 jogos e 5 gols e 13 e 6 gols em Serie A e Liga dos Campeões, respectivamente.

4º – Gunnar Nordahl

Posição: atacante
Período em que atuou no Milan: de 1949 a 1956
Títulos conquistados: 2 Serie A (1950-51 e 1954-55), 2 Copas Latinas (1950-51 e 1955-56)
Prêmios individuais: artilheiro da Serie A (1949-50, 1950-51, 1952-53, 1953-54 e 1954-55)

Chegamos agora no perfil de Nordahl e você já leu o nome dele algumas vezes anteriormente. Não é em vão. Ninguém fez tantos gols quanto o atacante sueco com a camisa rossonera. Com uma média absurda de 0,88 gols/jogo, balançou as redes adversárias por 221 vezes em 268 jogos. Na Serie A, ninguém tem média melhor que seus 0,77 gols/jogo e, enquanto Piola e Totti precisaram de 537 e 561 jogos para chegar a 274 e 235 gols, respectivamente, Nordahl fez 225 em 291.

Uma máquina de fazer gols, que detém esses e outros números absurdos, como o de mais gols numa edição da Serie A (35, em 1949-50) e de artilharias na máxima divisão do futebol italiano (cinco vezes, três consecutivas). Em sete temporadas e meia, sempre registou mais de dois dígitos, não fazendo mais de 20 tentos apenas em 1948-49. Nordahl ainda superou os 30 gols por duas ocasiões.

3º – Franco Baresi

Posição: defensor
Período em que atuou no Milan: de 1977 a 1997
Títulos conquistados: 6 Serie A (1978-79, 1987-88, 1991-92, 1992-93, 1993-94 e 1995-96), 2 Serie B (1980-81 e 1982-83), 4 Supercopas Italianas (1988, 1992, 1993 e 1994), 3 Copa dos Campeões/Liga dos Campeões (1988-89, 1989-90 e 1993-94), 3 Supercopas Europeias (1989, 1990 e 1994), 1 Copa Mitropa (1981-82), 2 Copas Intercontinentais (1989 e 1990), 1 Copa do Mundo (1982)
Prêmios individuais: artilheiro da Coppa Italia (1989-90), Prêmio Gaetano Scirea por carreira exemplar (1992), Inserido na lista Fifa 100 e no Hall da fama do futebol italiano

Baixo e franzino, o pequeno Franco não parecia ter futuro como zagueiro, ou até jogador de futebol. Mas superou tudo isso para se tornar o maior líbero da história do futebol. E (quase) sempre de vermelho e preto, quando não estava com a Nazionale. De uma leitura de jogo fantástica, ganhou massa ao longo dos anos e passou a ter um dos desarmes mais duros de sua época e incrível capacidade de recuperação.

Uma promessa nas mãos de Liedholm e sua marcação por zona, capitão com apenas 22 anos e o auge com Sacchi. Um verdadeiro líder, também gerenciava boa parte das ações inovadoras do sistema de Sacchi com os “achiques“. Um gênio tático, que tudo enxergava em campo e cobria com perfeição. De seus pés também tudo começava na construção das jogadas milanistas. O “senhor Milan”, de 719 partidas e 21 títulos em 20 anos, com a camisa 6 aposentada pelo clube. Simples assim.

2º – Gianni Rivera

Posição: meio-campista
Período em que atuou no Milan: de 1960 a 1979
Títulos conquistados: 3 Serie A (1961-62, 1967-68 e 1978-79), 4 Coppa Italia (1966-67, 1971-72, 1972-73 e 1976-77), 2 Copas dos Campeões (1962-63 e 1968-69), 2 Copa das Copas (1967-68 e 1972-73), 1 Copa Intercontinental (1969), 1 Eurocopa (1968)
Prêmios individuais: Bola de Ouro (1969), artilheiro da Serie A (1972-73), artilheiro da Coppa Italia (1966-67 e 1970-71), Inserido na lista Fifa 100

Giovanni Rivera, ou Gianni, o “Golden Boy“. Ou simplesmente gênio. Um fantasista no melhor sentido da palavra, talvez o trequartista mais impactante e genial que o futebol italiano já viu. Comparado a Meazza e Schiaffino, saiu do modesto Alessandria após ótima Serie A com apenas 16 anos para o Milan em 1960. E como jogador permaneceu por mais 19 anos, 658 jogos, 164 gols e 12 títulos.

Dono da camisa 10 por quase duas décadas, teve o auge sob o comando de Nereo Rocco e o catenaccio, sendo o principal organizador e cabeça pensante de um time que fechava tudo atrás e abria espaços para o craque aparecer com passes precisos, jogadas incríveis, dribles e poder de decisão. E também viu o surgimento do 4-4-2 e marcação por zona no seu time, com Giuseppe Marchioro e Liedholm, sendo sacrificado taticamente pelo declínio físico, mas ainda importante e decisivo.

1º – Paolo Maldini

Posição: defensor
Período em que atuou no Milan: de 1984 a 2009
Títulos conquistados: 7 Serie A (1987-88, 1991-92, 1992-93, 1993-94, 1995-96, 1998-99 e 2003-04), 1 Coppa Italia (2002-03), 5 Supercoppa Italiana (1988, 1992, 1993, 1994 e 2004), 5 Copa Europeia/Liga dos Campeões (1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07), 5 Supercopa Europeia (1989, 1990, 1994, 2003 e 2007) e 3 Copa Intercontinental/Mundial de Clubes (1989, 1990 e 2007)
Prêmios individuais: Inserido na lista Fifa 100, Jogador do ano World Soccer (1994), Seleção do ano European Sports Media (1994-95, 1995-96, 1999-2000 e 2002-03), Time dos sonhos FIFPro (2005), Melhor zagueiro da Serie A (2004), Prêmio Gaetano Scirea por carreira exemplar (2002), Time do ano Uefa (2003 e 2005), Melhor zagueiro da Uefa (2007), Prêmio Giacinto Facchetti (2008), Prêmio Uefa à carreira (2009), Dream Team das Copas do Mundo (2002), Ordem ao mérito Fifa (2008), Inserido no Hall da fama do futebol italiano, Terceiro colocado na Bola de Ouro (1994 e 2003)

Criado para ser Milan, Paolo a princípio não queria seguir os passos do pai. Mas deve ter sido apenas um devaneio infantil em época que a Juventus dominava. Aos 10 anos, justamente na temporada que estava por começar e que terminaria com o 10º scudetto milanista, o pequeno Maldini entrou na base do clube. Entrou para não sair mais – enquanto jogador. Foram 31 anos de serviços, 25 como profissional. 902 jogos e 26 títulos depois, ainda é, e dificilmente deixará de ser, o jogador com mais partidas e taças pelo Diavolo. E o recordista de jogos na história da Serie A, com 647 partidas, e em competições Uefa, com 174 jogos.

De início de carreira repentino, o lateral-esquerdo ganhou espaço com Liedholm rapidamente por falta de jogadores para a posição. Com apenas 17 anos já era o dono da lateral esquerda e da mítica camisa 3 rossonera, que a partir de 1985 passaria a ser só sua – está aposentada até outro Maldini entrar em campo pelo clube. A faixa de capitão só veio com a aposentadoria de Baresi em 97, mas a liderança estava no sangue e nos exemplos. Versátil, técnico, forte e inteligente, construiu uma respeitável e inigualável carreira como um dos maiores defensores da história e virou sinônimo de Milan no mundo inteiro.

6 comentários

  • Na minha opinião, assim seria o melhor Milan de todos os tempos:
    Goleiros:
    – Sebastiano Rossi (Dida)
    Laterais Direito:
    – Alessando Costacurta (Cafú)
    Zagueiros:
    – Franco Baresi (Cesare Maldini)
    – Nesta (Carlo Ancelotti)
    Laterais Esquerdo:
    – Paolo Maldini (Karl-Heinz Schnelliger ou Marcel Desailly)
    Volantes:
    – Frank Rijkaard (Roberto Donadoni)
    – Andrea Pirlo (Rui Costa)
    Meias:
    – Gianni Rivera (Clarence Seedorf)
    – Kaká (Nils Liedholm)
    Atacantes:
    – Ruud Gullit (Andriy Shevchenko)
    – Marco van Basten (George Weah ou Filippo Inzaghi)
    Técnicos:
    – Arrigo Sacchi (Fabio Capello ou Carlo Ancelotti).

    Antonio

  • Apenas uma alteração no comentário acima, escalaria Demetrio Albertini no lugar de Rui Costa como reserva de Pirlo. Tinha me esquecido dele, além disso, Rui Costa atuou mais tempo como meia no Milan do que como segundo voltante.

    Portanto, os volantes seriam:
    – Frank Rijkaard (Roberto Donadoni)
    – Andrea Pirlo (Demetrio Albertini)

    Antonio

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