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Aclamado no Catania, o ícone alemão Horst Szymaniak não deslanchou na Inter

Um dos maiores nomes em toda a história do futebol alemão, Horst Szymaniak foi um meio-campista que jogava prioritariamente pela faixa esquerda e que também atuava centralizado ou mais recuado, como volante. Apurado tecnicamente, se destacava pela inteligência para enxergar o jogo: era comum vê-lo distribuindo passes longos, sempre precisos, para seus companheiros. Sua categoria não se resumia ao momento ofensivo. Tinha facilidade para se antecipar aos movimentos dos adversários e vencer a maioria dos duelos defensivos, muito por conta de seus carrinhos perfeitos, que se tornaram outra marca registrada em seu repertório. Tais características lhe fizeram ser um dos primeiros germânicos a brilharem na Serie A.

Talento genuíno

Schimmi, como era carinhosamente chamado, nasceu no Vale do Ruhr, tradicional região industrial da Alemanha – e, atualmente a maior de toda a Europa. Como seu sobrenome deixa claro, Horst é descendente dos muitos poloneses que emigraram para aquela localidade no século XIX, por conta do desenvolvimento econômico que estava sendo gestado ali.

Desde sempre, tinha o hábito de jogar futebol com os amigos, fosse em algum quintal disponível ou em um campinho perto de sua casa, e se destacar, o que o conduziu às categorias de base do Erkenschwick. Quando tinha 12 anos, um jornal local disse que “Horst Szymaniak parece ter nascido com chuteiras”. Seu talento era inato.

Depois de concluir o ensino primário, seguiu os passos do pai e do irmão e foi trabalhar em uma mina de carvão. Se ele tinha atuação destacada na habitual pelada de final de semana, era “recompensado” pelos colegas de labuta, que deixavam-no dormir no subsolo da jazida. Apesar do afeto criado com seus companheiros, tinha o desejo de deixar aquele ambiente, que era perigoso e insalubre, e mudar os rumos de sua vida para viver do talento que tinha com a bola nos pés.

Profissionalizou-se no futebol em 1952, quando o Erkenschwick acabou rebaixado no campeonato nacional, e estreou no certame seguinte. Nas duas temporadas subsequentes, foi se consolidando na equipe, mas o time não conseguiu obter a promoção. Passados três anos, deixou o ambiente da mineração ao aceitar a oferta enviada pelo Wuppertaler, que havia se classificado para a Oberliga Oeste. Naquela época, a Alemanha Ocidental tinha um sistema de certames regionais – a Bundesliga só seria criada em 1963.

No novo clube, Schimmi conheceu alguns nomes que seriam seus futuros companheiros de seleção e dividiu sua vida de atleta profissional com o trabalho de zelador do estádio, ajudando na jardinagem, desenhando as linhas no gramado e pendurando as redes nas balizas. Em campo, para quem sofrera com o fato de ser frágil fisicamente em relação aos demais jogadores durante a adolescência, o meia tornou-se uma força da natureza no setor e chamou a atenção de Sepp Herberger, treinador da Alemanha, que o convocou.

Seu primeiro compromisso pela seleção foi em 1956, pelo time B, em um amistoso contra a Espanha, quando atuou como ponta-direita, algo inédito para ele. Ainda assim, conseguiu se destacar e passou a integrar a equipe A. Segundo Herberger, se tratava de “um homem de primeira classe e futebolista instintivo, que sente como um jogo se desenrola”. O técnico também o comparou a Andreas Kupfer, histórico meio-campista que brilhou pela Alemanha antes da Segunda Guerra Mundial. Horst debutou pela Nationalelf em uma derrota por 3 a 1 para a Suíça e impressionou o comandante com sua capacidade de desarmar os adversários. “Vou fazer um filme educativo sobre seu desarme”, elogiou o treinador.

Em 1958, o Wuppertaler foi rebaixado, mas Schimmi optou por ficar durante mais uma temporada, sob a justificativa de que estava estabelecido na cidade e também pelo fato de estar próximo de sua família. No aspecto financeiro, tinha uma renda satisfatória para os padrões de vida da época, conciliando a carreira de jogador com outros trabalhos, como na empresa de seu pai, responsável pela manutenção de chuveiros e banheiros. O grande fato para ele naquele ano foi a sua convocação para a Copa do Mundo.

No torneio, organizado na Suécia, a campanha da Alemanha teve um desfecho na semifinal, quando a seleção perdeu para os donos da casa. Szymaniak foi titular em todas as partidas e chegou a protagonizar um momento sui generis ao ser a única pessoa a não cumprimentar Gustaf VI Adolf, o rei da Suécia. Atuando sempre em alto nível, foi o grande destaque individual de sua equipe e integrou o time ideal da competição, além de ter terminado em oito na corrida pela Bola de Ouro da revista France Football. Consagrado, sofreu grande pressão para deixar o Wuppertaler, mas garantiu que ficaria para o próximo ano, com a intenção de recolocar o clube na primeira divisão.

Jair, Suárez e Szymaniak: os estrangeiros da Inter em 1963-64 (Arquivo/Inter)

Todavia, a promoção não veio, e Szymaniak percebeu que, para continuar sendo convocado regularmente para a seleção, teria de mudar de ares e buscar um cenário mais competitivo. Enquanto aproveitava as férias em Maiorca, na Espanha, surgiram rumores de que Real Madrid e Barcelona estariam observando o meio-campista alemão. Mas, quando dois representantes do Karlsruher apareceram por lá oferecendo a ele uma mala cheia de dinheiro, o jogador aceitou prontamente a proposta e, por precaução, escondeu o objeto debaixo do colchão do hotel em que estava hospedado.

No sul de seu país, ganhou o torneio regional – a Oberliga Süd – e classificou o time para o campeonato nacional, no qual o Karlsruher foi eliminado na fase de grupos. A equipe ainda chegou à final da Copa da Alemanha, mas perdeu a decisão para o Borussia Mönchengladbach por 3 a 2. Durante este período, Schimmi fez algumas mudanças em seus empreendimentos, alugando um posto de gasolina e comprando um prédio residencial.

Distintas sensações na Itália

Em 1961, Schimmi recebeu sua quinta nomeação consecutiva para a Bola de Ouro e trocou a Alemanha pela Itália, após o Catania ter manifestado grande interesse em contar com seus serviços. O meio-campista, que teve um substancial aumento salarial e foi agraciado com um apartamento e um carro, se tornou, àquela altura, o quinto atleta de seu país a atuar no Belpaese, sucedendo Ludwig Janda, Horst Buhtz, Karl-Heinz Spikofski e Kurt Zaro. Além dele, outros nomes do futebol germânico desembarcaram na Velha Bota naquela janela de mercado, como Erwin Waldner (Spal) e Rudolf Kölbl (Padova).

Na Sicília, o treinador Carmelo Di Bella passou a escalá-lo de uma maneira um pouco diferente, tirando-o do lado esquerdo e colocando-o para atuar em uma faixa mais central do campo. Na nova posição, demonstrou um toque refinado e capacidade para pisar na área adversária, além de enxergar qual companheiro estava melhor colocado para receber seus passes açucarados. Não é exagero dizer que, se ele tivesse atuado a carreira inteira como regista, teria tido o mesmo impacto.

Tal alteração tática garantiu que os rossazzurri, em sua terceira temporada na Serie A, melhorassem e se beneficiassem da criatividade e inteligência do alemão, que marcou seu primeiro gol na 7ª rodada da Italiano, em uma vitória por 3 a 1 diante da Fiorentina. O grande episódio naquela campanha ocorreu no dia 11 de fevereiro, pela 25ª jornada, quando a então campeã Juventus vinha tendo uma trajetória irregular e chegou ao estádio Cibali em crise, buscando maior constância, algo que não havia demonstrado até então – e tampouco encontraria por lá. Szymaniak abriu o placar logo aos 4 minutos e o atacante Orazio Ferrigno deu números finais à peleja, aumentando a agonia da Velha Senhora.

Mesmo com o bom resultado, coletivamente, a equipe estava distante dos rivais Milan e Inter, que disputavam a scudetto. No fim, os rossoneri levaram a melhor, enquanto os elefantes obtiveram a 11ª colocação. Individualmente, Szymaniak sempre entregou ótimas atuações e chegou a ser chamado pela Gazzetta dello Sport de “a maravilha”. Foi o principal destaque do time ao lado do goleiro Giuseppe Vavassori, ex-Juventus, que salvou os etnei algumas vezes com defesas providenciais.

Na temporada seguinte, o cenário foi similar, e os etnei acabaram no 11º lugar. Coincidentemente, a lembrança de maior brilho envolveu mais uma vez a Juventus, em uma vitória rossazzurra no estádio Comunale de Turim, graças ao gol solitário de Luigi Milan.

Para Schimmi, 1962 foi um ano especial, pois ele foi convocado para a sua segunda Copa do Mundo. Não que houvesse alguma incerteza quanto a isso, afinal, ele era a referência técnica entre os selecionados de Herberger, que foi sincero ao avaliar seu time: “Nós não temos uma equipe forte. Metade dos jogadores são amadores”. Na verdade, apenas Szymaniak era atleta profissional, enquanto todos os demais atuavam na Alemanha, que regulamentou esta questão meses mais tarde, com o advento da Bundesliga.

A jornada da Alemanha teve início em um empate sem gols contra a Itália. Nos jogos seguintes, triunfos sobre a Suíça (2 a 1) e o anfitrião Chile (2 a 0), com direito a um pênalti convertido por Szymaniak, que inaugurou o marcador e, como era de se esperar, foi o grande nome da seleção alemã. A importância do meio-campista, que era considerado o sucessor do lendário Fritz Walter, foi resumida pelo ótimo centroavante Uwe Seeler, anos depois: “Tínhamos muita confiança em Horst Szymaniak no meio de campo”. Na fase de mata-mata, porém, uma derrota para a Iugoslávia pelo placar mínimo selou a eliminação dos germânicos.

O meia germânico teve poucas chances com a camisa nerazzurra (Arquivo/Inter)

Depois do Mundial e da 11ª posição pelo Catania, Horst almejava mudar de ares para brigar por grandes títulos. O meia viu a oportunidade perfeita para deixar a Sicília quando foi procurado pela Inter, a pedido de Helenio Herrera, que buscava aprimorar ainda mais o elenco dos nerazzurri, que eram os detentores do scudetto. Assim, encerrou sua passagem pelos etnei com 63 aparições e nove gols, se tornando o primeiro germânico da história da Beneamata.

Aos 28 anos, Szymaniak estava em seu auge tanto físico quanto técnico, e ainda tinha muito a oferecer – e tinha tudo para ser o germânico mais importante do campeonato, à frente dos colegas de seleção Karl-Heinz Schnellinger, do Mantova, e Helmut Haller, do Bologna. Ele só não esperava que fosse sofrer com a legislação vigente, que permitia apenas dois estrangeiros relacionados por partida, e Herrera já tinha a sua dupla predileta, formada pelo espanhol Luis Suárez, seu armador de jogadas, e pelo brasileiro Jair da Costa, dono da ponta direita. O meio-campista alemão era quase que exclusivamente escalado em compromissos da Copa dos Campeões, onde não havia tal regra, com exceção para escassos jogos na Serie A. Segundo palavras do próprio técnico, para “valorizar um resultado fora de casa”.

Participando dos jogos de meio de semana, o novo contratado era deixado de fora dos compromissos de final de semana, pela Serie A, que acabaria sendo vencida pelo Bologna em um inédito confronto de desempate contra a própria Inter, que somou os mesmos 54 pontos dos rossoblù. Sua estreia no torneio continental foi em um empate sem gols com o Everton, então campeão inglês. Ele ainda faria mais outras quatros aparições na competição, ante Monaco, Partizan Belgrado e Borussia Dortmund, sem nunca conseguir, de fato, agradar Herrera.

No duelo contra o Dortmund, pelas semifinais, foi escalado com o intuito de ser mais uma opção na marcação, para inibir as ações de Aki Schmidt, seu compatriota e amigo, e com quem tinha o hábito de tomar algumas cervejas sempre que tinha a oportunidade de se encontrar. No primeiro duelo, um empate por 2 a 2 na Alemanha, Szymaniak foi decisivo ao roubar a bola justamente do amigo e tocar para Jair, que assistiu Sandro Mazzola.

Ainda que tenha colaborado na campanha da Inter até a final da Copa dos Campeões, foi “premiado” com a exclusão da decisão, ante o Real Madrid de Ferenc Puskás, Alfredo Di Stéfano e Paco Gento. Na ocasião, os italianos se impuseram ao vencerem por 3 a 1, e chegaram ao topo da Europa pela primeira vez.

Dali em diante, Szymaniak não atuou mais pelos nerazzurri e se despediu do clube poucos dias depois da eliminação para o Torino, nas quartas de final da Coppa Italia, com meras 12 aparições pela equipe. Ele, que fez amizade com Armando Picchi, célebre líbero da Grande Inter, avaliou sua saída de Milão e declarou que o período vivido na ilha mediterrânea foi uma de suas memórias mais positivas na carreira.

“Fiquei apenas dois anos [na Sicília] porque me mudei para a Inter, mas cometi um erro. Deveria ter ficado no Catania, onde me senti maravilhosamente bem”, disse em uma entrevista ao jornal Espresso Sera, em 1972. Na mesma conversa com a jornalista Annamaria Agosta, comparou Herrera e Di Bella. “Di Bella, [foi] o melhor treinador que já conheci, mesmo que tecnicamente Herrera pudesse superá-lo. Mas, do ponto de vista humano, ninguém está acima de Di Bella”.

A decisão de deixar Milão foi tomada pelo próprio jogador, que recusou uma extensão contratual oferecida pelo presidente Angelo Moratti para buscar um lugar que lhe proporcionasse mais tempo em campo. A Inter levou 18 anos para contratar outro alemão: em 1982, Hansi Müller acertou com a Beneamata. Depois dele, chegaram o já duas vezes Bola de Ouro Karl-Heinz Rummenigge, Andreas Brehme, Lothar Matthäus (primeiro atleta a vencer a Bola de Ouro trajando nerazzurro), Jürgen Klinsmann, Matthias Sammer, Lukas Podolski e Robin Gosens.

Seu novo destino foi o Varese, que havia conquistado a Serie B e buscava regularidade para se manter na elite do futebol italiano. Nos bosini, disputou 23 partidas, reencontrou a regularidade que tanto desejava e também a atmosfera medíocre, na acepção da palavra, que vivia quando jogou pelo Catania: viu o clube terminar a competição no meio da tabela, no 11º lugar. Findada a temporada, o alemão, com 31 anos, viu que seu ciclo na Itália tinha chegado ao fim.

Szymaniak, Schnellinger e Haller, alemães da Serie A, leem jornal italiano durante seus anos de Velha Bota (Schirner/Getty)

Últimos passos

De volta a seu país de origem, desembarcou na dividida Berlim para jogar durante uma temporada no Tasmania, que subira para disputar a Bundesliga sob condições nada usuais: o clube só foi admitido na primeira divisão depois que o Hertha teve revogada a sua licença de participação na competição por conta de irregularidades envolvendo o pagamento de jogadores. Desejando que a liga tivesse um representante da cidade, a federação alemã convidou o Tasmania.

Schimmi acabaria vivenciando um momento cômico por lá ao se confundir a respeito da perspectiva de um aumento de um terço em seu salário, no que prontamente respondeu: “Um terço? Não, quero pelo menos um quarto!”. Ele, que já havia estado a mais de 800 metros de profundidade nos tempos em que era mineiro, conheceu as profundezas da tabela da Bundesliga após seu time ter tido a pior campanha da história da competição. Ele “estava completamente deslocado em uma equipe de artesãos”, segundo um tabloide alemão. Em 34 rodadas, foram apenas 8 pontos somados, 15 gols marcados e absurdos 108 tentos sofridos.

Para piorar, às vésperas da convocação final para a Copa do Mundo de 1966, que poderia ser a terceira em sua carreira, Szymaniak foi excluído da seleção pelo treinador Helmut Schön, após ter escapado da concentração com Haller, com quem passaria a madrugada bebendo cerveja em um bar próximo. O meio-campista chegou a atuar ao longo das eliminatórias europeias como capitão e parecia ter uma posição sólida no time, mas perdeu todo o prestígio do qual gozava depois deste episódio. O jogador do Bologna, contudo, permaneceu na Nationalelf.

Digeridas as decepções, Schimmi rumou para uma nova aventura internacional e passou uma temporada no futebol da Suíça, no Biel-Bienne. Em um primeiro momento, almeja adquirir um diploma de professor de educação física por lá, mas uma lesão afetou o desenrolar de seus planos e ele acabou se transferindo para o Chicago Spurs, dos Estados Unidos, antes de lendas como Pelé, Johan Cruyff e seu compatriota Franz Beckenbauer atuarem na América do Norte. Mais uma vez, se deparou com um fraco elenco inábil e optou por pendurar as chuteiras, aos 33 anos, após uma experiência insípida.

O meio-campista teve uma trajetória marcada por atuações encantadoras, mas que não foi acompanhada pelas glórias e pela consistência que ele merecia. Apesar de tudo o que representou dentro das quatro linhas, só possui um título na carreira: o de campeão europeu com a Inter.

Ainda ligado ao futebol, treinou algumas equipes provinciais de divisões amadoras: primeiro foi o SV 21, e depois, assumiu SV Ennigloh 09, TBV Lemgo e TuRa Melle, seu último trabalho. Ainda atuou como motorista de ônibus e caminhão, operador de guindaste e tentou ser estalajadeiro de uma cervejaria. Por falar em cerveja, na década de 1980, começou a ter alguns problemas de saúde advindos do consumo excessivo de álcool; em 1962, quando defendia o Catania, chegou a ficar preso por 10 dias após dirigir embriagado em alta velocidade.

Sua situação financeira se deteriorou aos poucos, e ele teve de vender um prédio que possuía, além de alguns troféus e outros artigos relacionados à sua carreira esportiva. Foi um período duro para o ex-jogador, que também se divorciou de Elfriede, sua esposa. Em 2005, sofreu um derrame e passou seus últimos dias vivendo em uma casa de repouso em Melle, no estado da Baixa Saxônia. Com o anonimato adotado após ter se desligado do futebol, sumiu da esfera pública, mas sem nunca ter sido esquecido por seus ex-companheiros e admiradores.

Quem parece ter se esquecido dele foi a Federação Alemã de Futebol (DFB), que o ignorou ao longo das décadas, sem nunca tê-lo convidado para eventos comemorativos e afins. Somente em seu aniversário de 72 anos, recebeu uma pequena carta de felicitações da entidade, que também lhe presenteou com uma televisão, para que ele pudesse assistir à Copa do Mundo de 2006.

Sua única fonte de renda era uma módica aposentadoria referente aos oito anos em que trabalhou nas minas. Engajado politicamente, foi membro do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) da década de 1950 até 2009, quando faleceu de insuficiência cardíaca, e sempre buscou acompanhar os assuntos relacionados ao desenvolvimento social no país, a ponto de discutir este tipo de questão com o mesmo fervor com o que argumentava sobre futebol.

Horst Szymaniak
Nascimento: 29 de agosto de 1934, em Oer-Erkenschwick, Alemanha
Morte: 9 de outubro de 2009, em Melle, Alemanha
Posição: meio-campista
Clubes: Erkenschwick (1952-55), Wuppertaler (1955-59), Karlsruher (1959-61), Catania (1961-63), Inter (1963-64), Varese (1964-65), Tasmania Berlin (1965-66) Biel-Bienne (1966-67) e Chicago Spurs (1967)
Título: Copa dos Campeões (1964)
Seleção alemã: 43 jogos e 2 gols

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