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Riccardo Zampagna, o operário dos gols, foi um atacante sui generis

Como poderíamos descrever Riccardo Zampagna? Notório artilheiro do interior, o atacante foi um dos mais famosos “bomber di provincia” e certamente não se enquadraria nos quesitos de aprovação dos que se julgam politicamente corretos. Ele representava o inverso do esperado para um atleta de futebol profissional: gostava de beber vinho, fumava antes das partidas e não se preocupava com o peso ideal. Uma figura ímpar, sem dúvidas, que simbolizava o esporte que nem sempre aparece na grande mídia. Coincidência ou não, escreveu uma autobiografia cujo título é Il calcio alla rovescia – em tradução livre, “O futebol de ponta-cabeça”.

Zampagna era o tipo de jogador que fugia do óbvio e que não abraçava a omissão como estilo de vida. Sempre que podia, se posicionava. Se lhe perguntassem sobre determinado assunto esperando respostas padronizadas, não era isso que ocorria. Ele respondia à sua maneira, levando em conta suas experiências e influências, que dialogavam com o calor das curvas e dos torcedores mais humildes. Nunca escondeu seu viés político, orientado à esquerda.

O personagem que Zampagna construiu ao longo de sua vida tem muito a ver com o local onde cresceu e com seu posicionamento político. O atacante nasceu na comuna de Terni, em novembro de 1974, na região da Úmbria. Após a anexação do território ao Reino da Itália, aquelas bandas passaram por um processo de industrialização fundamental para o seu desenvolvimento.

Esse processo teve início, primeiramente, com a construção da Fábrica de Armas para o exército iniciada em 1875 e inaugurada em 1881. Posteriormente, seguiu com a instalação de diversos outros empreendimentos, como a Usina Siderúrgica, em 1884. Depois vieram as fábricas de lã e juta, assim como as indústrias para a produção de ferramentas agrícolas, as usinas hidrelétricas e outras atividades, que fizeram com que a região crescesse economicamente e socialmente com a chegada de trabalhadores, sobretudo do norte do território italiano. Terni se tornou o centro siderúrgico nacional e é considerada a cidade industrial mais antiga do país.

Nascido em Terni, Zampagna disputou apenas uma temporada pela Ternana, mas se tornou um dos grandes ídolos dos rossoverdi (Narni)

Os integrantes de movimentos sociais que viam a cidade de fora a enxergavam como um sonho para a construção de uma luta de classes efetiva. Embora Terni tenha sido um reduto da esquerda italiana e de ligas operárias, os que moravam lá poderiam ter uma rotina sem muitas “revoluções” – e era muito fácil cair nessa rotina. Poucos escapavam dos clichês da “Manchester da Itália”: os pequenos iam à escola, os adultos trabalhavam no turno na linha de montagem e todos iam às partidas aos domingos para apoiar a Ternana. Essa tradição do trabalho era passada de geração em geração pelas famílias. Não havia muitos horizontes além daquele contexto. E com Zampagna não foi diferente: o artilheiro cresceu no seio da classe operária do município.

Contudo, sua mãe, Franca, e seu pai, o metalúrgico Ettore – que, curiosamente, tinha Danilo como apelido – , incentivaram Zampagna a tomar um rumo diferente do que era esperado dos jovens em Terni. Isso o ajudou a moldar o caráter de uma pessoa única, vinda daquele contexto.

“Devo dizer que, provavelmente, se não fosse por eles [seus pais], não teria jogado futebol e, consequentemente, não teria atingido os níveis que alcancei. Meu pai era uma pessoa um tanto taciturna e tímida e raramente falávamos sobre essa minha paixão, enquanto minha mãe sempre foi quem acreditou em mim e nas minhas qualidades quando o assunto era futebol. Se às vezes eu não tinha vontade de treinar, foi ela que me obrigou. No final, olhando para trás, deve-se dizer que ela estava certa!”
Riccardo Zampagna, em entrevista à revista Daje Mó!

Riccardone logo começou a nutrir sua paixão pelo futebol jogado nas ruas, que eliminava as diferenças entre os participantes. Não era um craque nem sabia muito de tática. Até porque não frequentou, assim como a maioria dos jogadores, uma “escolinha de futebol” que lhe ensinasse os fundamentos do esporte – ou melhor, lhe domesticasse. Mas estava sempre presente para finalizar as jogadas com as suas bombas, que os amigos chamavam, aproveitando-se da sonoridade do trocadilho, de “la zampata di Zampagna”.

Em Terni, Zampagna teve a companhia de um jovem Jiménez (LaPresse)

Ainda adolescente, Zampagna percebeu que poderia dar um passo a mais no futebol. Em 1986, com 12 anos, foi jogar na Virgilio Maroso, equipe do bairro em que morava – cujo nome homenageava o ex-zagueiro homônimo, que integrava o elenco do Grande Torino e que morreu na tragédia de Superga. A partir de 1991, passou a integrar o elenco da Amerina, agremiação amadora que disputava o grupo da Úmbria na sexta divisão nacional.

O atacante permaneceu no time até 1996, quando foi chamado para jogar na Pontevecchio, clube de Perugia. Mas como precisava de dinheiro, dividia seus dias entre o esporte e turnos no ofício de estofador. Nessa época, seu pai lhe comprou um Fiat Tipo com o dinheiro da aposentadoria e, após largar o turno na estofaria, Zampagna ia aos treinos dirigindo o veículo com um sanduíche na boca.

Na Pontevecchio, que vestia o verde e o vermelho característicos da sua Ternana, Zampagna começou a se destacar como um camisa 9 trombador e passou a marcar presença nas divisões de acesso. O centroavante marcou 13 gols em 22 jogos no quinto nível do futebol italiano em 1996-97, o que despertou o interesse de Walter Sabatini, diretor de futebol da Triestina. O cartola recebeu uma fita VHS com as atuações de Riccardo e o levou para disputar a Serie C2.

O ex-estofador chegou em Trieste sob desconfiança de parte da torcida, mas respondeu com nove gols nas 27 oportunidades que teve ao longo de 1997-98. Na época, um de seus companheiros de ataque era Giovanni Tiberi, um de seus ídolos dos tempos em que ia apoiar a Ternana nas arquibancadas do estádio Libero Liberati. Nos anos seguintes, Zampagna rodou bastante pela Itália, às vezes atuando em mais de um clube por temporada: passou por Arezzo, Catania e Brescello, na Serie C1, e foi contratado pelo Perugia, então na Serie A. Contudo, só atuou pelos biancorossi no início da campanha 2000-01 e, após disputar partidas da Coppa Italia e da Copa Intertoto, foi repassado ao Cosenza, da segundona.

Um jogador que veio das arquibancadas: Zampagna tinha relação umbilical com os torcedores de esquerda da Ternana (Calcio Fanpage)

Na Serie B, Zampagna continuou a sua peregrinação regada a bons momentos em campo. Teve marcas expressivas no Cosenza, em 2000-01, no Siena, em 2001-02, e se destacou mesmo com os 17 tentos pelo Messina, em 2002-03. Foi então que, aos 28 anos, recebeu a chance de representar a sua grande paixão: o Ternana lutava pelo acesso e quis contar com o futebol do bomber. Assim, comprou metade de seu passe, em copropriedade, junto ao Messina.

Zampagna vestiu a camisa rossoverde em umas das melhores campanhas que ele e o time fizeram na Serie B. O time rossoverde era forte e, além de Riccardone, tinha Alex Brunner como goleiro; Gianluca Grava e Davide Nicola na defesa; Giulio Migliaccio, Houssine Kharja, Luis Jiménez e Antonio Candreva no meio; além do lendário Mario Frick no ataque, em companhia ao bomber local. Confortável por estar atuando em casa, o atacante cravou 21 gols em sua passagem pelo clube e teve a temporada mais prolífica da carreira, contribuindo para que as feras ficassem na sétima colocação – a apenas duas do acesso direto à elite e a uma dos playoffs.

A Ternana não conseguiu disputar a Serie A pela terceira vez em sua história, mas Zampagna recebeu a sua chance. Após a grande temporada na Úmbria, o grandalhão foi recomprado pelo Messina, que exerceu seu maior poder aquisitivo, uma vez que conquistara uma das vagas na elite: beirando os 30 anos, o bomber teria a oportunidade de atuar entre os grandes. Contudo, nunca deixou que a fama interferisse na sua maneira de ver o mundo. Tanto é que, se julgando inapto para a elite italiana, tentou renegociar com os peloritanos para permanecer em Terni.

O pedido foi negado pela diretoria giallorossa e Zampagna fez a sua estreia na Serie A no dia 19 de setembro de 2004. Na ocasião, o Messina enfrentaria a Roma, em casa, pela segunda rodada. Além de ser a estreia de Riccardone na elite do Campeonato Italiano, a partida também era a primeira do time siciliano pela Serie A no San Filippo, seu novo estádio. O embate tinha todos os ingredientes para se tornar um jogo histórico – e foi o que realmente aconteceu.

O atacante começou a se destacar como goleador digno de Serie A com a camisa do Messina (imago/IPA)

Vincenzo Montella anotou uma tripletta para a Roma, mas foi ofuscado por um jogador: Riccardo Zampagna. O bomber sofreu o pênalti que permitiu ao lateral-esquerdo Alessandro Parisi abrir o placar, emendou um voleio que originou o rebote para o tento de Salvatore Sullo e sacramentou a segunda virada da partida, a favor do Messina. Quatro minutos depois de Domenico Giampà empatar a partida, o centroavante foi lançado com um passe que quebrou a linha defensiva romana e, quase parando na frente de Ivan Pelizzoli, esperou por uma reação do goleiro. Até que deu uma cavadinha impiedosa e levou os peloritanos à loucura.

Na rodada seguinte, Zampagna voltou a incomodar um grande. O Messina viajou a San Siro e, com excelente atuação do bomber, venceu o Milan, então campeão italiano, de virada. Riccardo se sobrepôs a Andriy Shevchenko, Filippo Inzaghi e Kaká ao participar da rápida troca de passes que resultou no gol de empate, anotado por Giampà, e ao completar um cruzamento teleguiado com um bólide enviado por sua cabeça, que garantiu o triunfo biancoscudato. Antes da partida, houve uma situação que o jogador narra em sua autobiografia que diz muito sobre sua personalidade enquanto atleta e pessoa.

“Chegamos ao estádio mais cedo e eu tive vontade de fumar um cigarro, um ritual habitual para mim em muitos anos de futebol. Comecei a procurar um lugar tranquilo para poder fazer isso longe dos olhos curiosos das câmeras. E depois de percorrer os imensos espaços de San Siro, parei em um que parecia absolutamente calmo. Não tive tempo de acender meu cigarro quando aquele silêncio foi quebrado pelo barulho de um motor, que se materializou no ônibus do Milan. De terno e gravata, os jogadores rossoneri começaram a descer a caminho dos vestiários e isso contrastou com as minhas vestimentas: um agasalho esportivo, sequer conservado no melhor dos modos”.
Riccardo Zampagna, em Il calcio alla rovescia

Os primeiros jogos daquela Serie A foram um prólogo da temporada do Messina e do próprio Zampagna – que viria a ganhar apelidos como “o operário dos gols” e “o atacante estofador”. O bomber fez 12 gols e foi o artilheiro dos giallorossi, que terminaram o campeonato na sétima posição. Riccardone voltou a anotar contra Roma e Milan, além de ter adicionado a Juventus à lista de grandes contra os quais balançou as redes. Na época, chegou a ter sua convocação cogitada para a seleção italiana, mas Marcello Lippi optou por dar espaço a outro centroavante, que também simpatizava com a esquerda: Cristiano Lucarelli.

Riccardone fumava, bebia e não se preocupava com o peso, mas se dedicava intensamente em campo (imago/Buzzi)

Como nunca escondeu suas posições políticas, Zampagna também atiçou o debate sobre futebol e política durante a temporada 2004-05. Num jogo entre Livorno e Messina, o atacante saudou os ultras do clube toscano com o punho cerrado. “Era um assunto privado. Antes da partida, torcedores do Livorno e da Ternana vieram falar comigo, porque as duas torcidas são amigas, e me pediram para cumprimentá-los daquele jeito. Foi muito emocionante. Éramos adversários, mas começamos a conversar no meio do campo”, declarou.

O gesto lhe rendeu uma multa de 20 mil euros. Como o ato não foi capturado por nenhuma câmera, o atacante foi orientado a negar a autoria, para evitar a punição. Mas se negou a mentir e preferiu cumprir a sanção. No fim das contas, a liga afirmou que a aplicação da penalidade acontecia porque evocar qualquer tipo de ideologia ou afiliação política com gestos poderia promover atitudes violentas por parte dos torcedores presentes – numa clara tentativa de promover o enganoso discurso de que política e futebol não se misturam. Após o episódio, Zampagna tornou-se uma espécie de nêmesis de Paolo Di Canio e acabou conquistando tanto a simpatia dos torcedores esquerdistas que povoavam as curvas dos estádios quanto a de muitos intelectuais identificados com o marxismo.

Zampagna disputou mais meia temporada pelo Messina e, no mercado de inverno de 2005-06, recebeu sondagens para mudar de ares. Embora tivesse propostas mais vantajosas economicamente, o atacante decidiu assinar com a Atalanta e voltar para a Serie B. “A minha passagem por Bérgamo veio depois do interesse de Monaco, Paris Saint-Germain e Fulham. Sempre gostei da Atalanta como equipe e, quando a oferta, chegou decidi imediatamente. Tive uma relação especial com as pessoas, com os torcedores e muito mais. Sou muito apegado à cidade. Foram anos realmente maravilhosos, tanto dentro quanto fora do campo”, contou ao site Prima Bergamo.

Na primeira temporada na equipe orobica, o atacante marcou seis gols e ajudou o clube a ser campeão da segunda categoria e subir para a Serie A. Entre os tentos, o mais marcante foi um de bicicleta na vitória por 2 a 0 no clássico com o Brescia. Embora pesado, Zampagna era muito ágil e flexível, de modo que costumava se utilizar de finalizações acrobáticas como um recurso eficaz. Esta característica era marca registrada de Riccardone, que volta e meia balançava as redes através das mais complicadas tentativas. O termo rovescia no título de sua autobiografia, inclusive, faz alusão, num jogo de palavras, às suas puxetas e bicicletas – que, em italiano, recebem o nome de rovesciata.

Um gol antológico: de bicicleta, Riccardone anota num clássico lombardo entre Atalanta e Brescia (imago/IPA)

Na campanha seguinte, Zampagna foi um dos jogadores mais decisivos dos nerazzurri e artilheiro da equipe. Em 2006-07, ficou à frente até mesmo do ídolo Cristiano Doni, com 14 tentos, sendo três na Coppa Italia e 11 na primeira divisão – competição na qual a Dea foi oitava colocada. Sua terceira e última temporada pela Atalanta começou muito bem, com dois gols em três rodadas da Serie A. O segundo deles foi uma pintura contra a Fiorentina, numa espertíssima puxeta. O tento lhe rendeu o prêmio de gol mais bonito da edição de 2007 do campeonato, mas Riccardone relutou em ir à premiação: estava inconsolável pela morte do pai, dias antes. Ettore tinha apenas 63 anos e faleceu devido a um câncer que, segundo a família, teve origem em sua atividade profissional na indústria siderúrgica.

A trajetória do bomber na Serie A acabou em janeiro de 2008, depois que ele brigou com o técnico Luigi Delneri – Zampagna era conhecido por ter entreveros com os treinadores – e foi barrado pelo comandante. Assim, o atacante se transferiu ao Vicenza e ajudou o time na luta contra o rebaixamento na Serie B. Riccardo ainda defendeu o Sassuolo, na mesma categoria, e ajudou o time, estreante na categoria, a brigar pelo acesso à elite. Nos tempos em que vestiu a camisa neroverde, outro episódio marcou sua carreira: antes de uma partida fora de casa contra a AlbinoLeffe, cerca de 200 torcedores bergamascos bloquearam o ônibus do adversário e improvisaram uma festa para seu ídolo.

O último clube de Zampagna no futebol profissional foi a Carrarese, que acabara de ser adquirida por Lucarelli e Gianluigi Buffon. A convite de Cristiano, seu homólogo, Riccardone aceitou um salário de apenas 20 mil euros mensais e atuou pelo clube toscano durante alguns meses, na quarta divisão de 2010-11. Depois de após atuar em apenas 10 partidas e marcar dois gols, o atacante umbro anunciou a sua aposentadoria do futebol profissional, aos 36 anos.

Zampagna organizou a sua partida de despedida em 2 de julho de 2011: um amistoso entre Ternana e Atalanta, que foi jogado no estádio Libero Liberati, em Terni. A partida reuniu vários companheiros que Riccardone teve nos times em que atuou e também pessoas que conheceu ao longo de sua carreira. Todo o valor arrecadado foi revertido para organizações não governamentais da cidade. Antes disso, o ex-jogador tinha lançado a sua autobiografia e doado o lucro das vendas para a compra de um mamógrafo por parte do hospital municipal.

Em Bérgamo, Zampagna desenvolveu uma intensa parceria com Doni (imago/Buzzi)

Apesar da despedida, o atacante continuou batendo a sua bolinha em projetos beneficentes. Zampagna disputou o campeonato da Unione Italiana Sport Per Tutti (UISP) de sua terra natal com o Primidellastrada, time de diletantes gerido por uma associação comunista. Até os dias de hoje está à disposição da entidade, pela qual orienta jovens da cidade no âmbito esportivo e protesta por melhores condições de trabalho na região – que passou, recentemente, por muitas privatizações. Com isso, é comum vê-lo participando de protestos. “Sou de uma família de trabalhadores em Terni, seria improvável que fosse a favor dos capitalistas”, costuma dizer o ex-jogador, quando é perguntado sobre seu engajamento.

Zampagna também se dedicou à carreira de treinador, atuando sempre em pequenos clubes da Úmbria: Macchie, Spoleto, Trestina, Trasimeno e Orvietana, respectivamente. Com o primeiro, foi campeão do grupo regional da sétima divisão italiana, o que lhe permitiu trabalhar na Serie D nos dois trabalhos seguintes. Fora dos campos, o ex-atacante teve uma tabacaria, inaugurou uma escolinha de futebol e desempenhou a função de comentarista da Rai e da Cusano Italia TV, pequena emissora ligada à universidade que, atualmente, é a acionista majoritária da Ternana.

Zampagna brilhou com os subalternos e ganhou certa fama atuando nos gramados da elite contra jogadores badalados. Todavia, essa fama nunca interferiu na dimensão de “homem comum” que Riccardone carrega consigo. Continua sendo o que sempre foi: uma figura ímpar, correndo contra o fluxo e em prol dos seus. “Il tappezziere della Serie A” – o estofador da Serie A, em bom português – não possui milhões em propriedades nem chegou a vestir a camisa azzurra da seleção, mas tem o que ostentar. O operário dos gols guarda como suas grandes riquezas as experiências que acumulou ao longo da brilhante carreira e a sua fortíssima ligação com o povo de Terni.

Riccardo Zampagna
Nascimento: 15 de novembro de 1974, em Terni, Itália
Posição: atacante
Clubes como jogador: Amerina (1991-96), Pontevecchio (1996-97), Triestina (1997-99), Arezzo (1999), Catania (1999-2000), Brescello (2000), Perugia (2000), Cosenza (2000-01), Siena (2001-02), Ternana (2003-04), Messina (2002-03 e 2004-06), Atalanta (2006-08), Vicenza (2008), Sassuolo (2008-10) e Carrarese (2010)
Títulos como jogador: Serie B (2006)
Clubes como técnico: Macchie (2013-14), Spoleto (2015), Assisi (2015-16), Trestina (2016-17), Trasimeno (2017-18) e Orvietana (2018)
Títulos como técnico: Prima Categoria (2014)

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