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Galã e cigano da bola, Marco Borriello alcançou recorde robusto na Serie A



Um dos jogadores mais rodados entre times da Serie A neste século pendurou as chuteiras na última quarta-feira, dia 30 de janeiro. Depois de representar 15 equipes e marcar gols pelas 12 que defendeu na elite italiana, Marco Borriello, de 36 anos, trocou as chuteiras por sapatos e roupas sociais. O agora ex-atacante assumiu um cargo de dirigente na cúpula do Ibiza, seu último clube como atleta. Ao optar por fechar o ciclo na mais paradisíaca e glamourosa das Ilhas Baleares, cuja badalada vida noturna é conhecida mundialmente, o jogador tomou uma das atitudes mais tipicamente “borriellianas” de toda sua carreira. A propósito, um aviso: para uma experiência de leitura mais imersiva deste perfil, recomendamos a ida à uma sunset pool party, o uso de óculos escuros, uma setlist de balearic house e uma jarra de sangria.

Em quase 20 anos de carreira, Borriello ficou mais conhecido pelos amantes do futebol devido às quatro passagens pelo Milan e pelas três pela Roma. No entanto, se o napolitano foi útil na Cidade Eterna e venceu um scudetto, uma Liga dos Campeões e marcou lindos gols de voleio pelos rossoneri, foi com as camisas de Genoa e Cagliari que teve seus melhores momentos em campo. Sucesso mesmo, Borriello encontrou fora das quatro linhas, nas condições de figura do showbiz e símbolo sexual.

Mesmo beirando os quarenta anos, Borriello ainda levanta suspiros da mulherada usando seu charme. À edição italiana da revista Vanity Fair, em 2017, Marco disse não se achar bonito e admitiu ser “tímido” e “muito simples”, mas não foi nada comedido ao alardear ser “superdotado”. Uma das pessoas que podem confirmar essa declaração é Belén Rodríguez, modelo argentina radicada na Itália, que namorou o ex-centroavante de agosto de 2004 a dezembro de 2008. Ela é a mais famosa das muitas personalidades que já tiveram affairs com o galã – duas delas, Camila Morais e Larissa Schmidt, são brasileiras.

Na mesma entrevista, ele apontou que o fato de ser napolitano o ajudou a se tornar uma atração sexual. Como um legítimo italiano, Borriello gosta de trajar roupas elegantes, tal qual David Beckham – seu parceiro nos tempos de Milan – e Claudio Marchisio, dois homens citados por ele como exemplos de beleza na conversa com a Vanity Fair. Por suscitar tantas manchetes extracampo e causar tanto frisson entre celebridades, não há dúvidas de que Marco é um dos legítimos herdeiros da linhagem dos “italianos comedores”.

No entanto, até alcançar esse status, Borriello precisou superar muitas barreiras. Ele cresceu em San Giovanni a Teduccio, bairro de Nápoles com uma das maiores taxas de famílias mafiosas da Itália, e perdeu o pai aos 11 anos, em 1993. Agiota, Vittorio foi assassinado pela Camorra, organização criminal da máfia napolitana, supostamente por cobrar juros altos demais. Ele precisava repor o dinheiro que Pasquale Centore, ex-prefeito do distrito San Nicola La Strada, pegara emprestado e não lhe reembolsara.

No início de carreira, Borriello encontrou pouco espaço no Milan (NewPress)

Depois da morte de seu progenitor, Borriello amadureceu sob os cuidados da mãe, Margherita, que também zelava por seus dois irmãos, Piergiorgio e Fabio (este também se tornou jogador de futebol). Com o suporte da carinhosa mãe, Marco conseguiu focar no futebol e, aos 14 anos, saiu de casa para integrar as categorias de base do Milan. Ele chegou ao time juvenil milanista fazendo a função de meia pela esquerda, mas se transformou em centroavante quando foi cedido em copropriedade à equipe Primavera do Treviso, treinada por Carlo Osellame nos idos de 1999.

Borriello ficou dois anos atuando pelo sub-19 do time biancoceleste, pelo qual marcou 23 gols. Mesmo com bom desempenho nos juvenis, contudo, o atacante não conseguiu espaço entre os profissionais. Ele foi emprestado por seis meses à Triestina, em janeiro de 2001, sem disputar sequer um jogo pelos vênetos. Mas tudo mudou no clube juliano, que à época disputava a quarta divisão. O canhoto entrou em campo 13 vezes e estufou as redes em duas ocasiões, incluindo um tento na vitória sobre o Mestre, que garantiu a ascensão da Triestina à terceirona.

Entretanto, o jogador não disputaria a Serie C1 (terceira divisão) de 2001-02 pela equipe alabardata, pois voltaria ao Treviso no verão europeu de 2001. Agora definitivamente incorporado ao plantel principal, Marco fez um bom campeonato: dez gols em 27 partidas. Os biancocelesti conseguiram chegar aos playoffs de acesso à Serie B, mas perderam para a Lucchese por 3 a 1 no agregado – o napolitano passou em branco nos dois jogos. Curiosamente, a Triestina foi a vencedora dos playoffs e ficou com a última vaga rumo à segunda divisão, junto com o Livorno, campeão da terceirona.

Devido a seu rendimento pelo Treviso, Borriello chamou a atenção do Milan, que ainda detinha metade de seu passe e promoveu seu retorno em meados de 2002. Porém, apesar de ter deixado boa impressão na pré-temporada milanista, o atacante não encontrou espaço em um elenco que tinha Andriy Shevchenko, Filippo Inzaghi, Jon Dahl Tomasson e Rivaldo. Não por acaso, realizou somente seis partidas e anotou um gol no primeiro semestre da temporada 2002-03 e foi cedido ao Empoli em janeiro de 2003. Em meio às constantes mudanças de clubes, Borriello teve boas exibições pelas seleções sub-20 e sub-21 da Itália.

A jornada pelo Empoli foi curta e discreta, mas serviu para o centroavante marcar seu primeiro tento na Serie A. Borriello retornou ao Milan em julho de 2003, seguiu sem oportunidades na equipe de Carlo Ancelotti e, após um ano quase incógnito, acabou emprestado novamente. Assim, reforçou a Reggina, equipe pela qual disputou a Serie A de 2004-05 e teve sequência, mas falhou em balançar as redes: só dois gols em 30 jogos.

A primeira temporada de destaque absoluto do atacante ocorreu no Genoa, que voltava à primeira divisão (LaPresse)

Na época seguinte, Marco defendeu dois times por empréstimo: Sampdoria (agosto a dezembro de 2005) e Treviso (janeiro a maio de 2006). Em Gênova, foi pouco considerado por Walter Novellino, mas conseguiu fazer dois gols nos menos de 300 minutos que recebeu. No retorno ao Vêneto, balançou as redes cinco vezes em 20 partidas, não conseguindo evitar o rebaixamento do Treviso para a segunda divisão.

No verão europeu de 2006, Borriello voltou novamente para o Milan, dessa vez na expectativa de ganhar mais espaço – afinal, Shevchenko havia acertado com o Chelsea e Amoroso tinha rescindido seu contrato com os rossoneri. No entanto, seus planos foram frustrados mais uma vez: continuou sendo a quarta opção do ataque, atrás de Pippo Inzaghi, Alberto Gilardino e Ricardo Oliveira.

Além disso, ele foi pego em um exame antidoping após o jogo entre Milan e Roma, válido pela 11ª rodada da Serie A, em novembro de 2006, por usar prednisolona e prednisona, substâncias que aumentam a capacidade de armazenamento de energia no organismo. Em janeiro de 2007 saiu a sentença: suspensão até 21 de março. Com isso, Borriello não foi inscrito no mata-mata da Liga dos Campeões, competição da qual o Milan sagrou-se campeão, derrotando o Liverpool na final e vingando a queda três anos antes, em Istambul. Marco recebeu a medalha porque entrara em campo em dois jogos da fase de grupos.

De qualquer modo, Borriello atuou em somente duas partidas após o fim do gancho pelo doping: foi titular nos dois últimos compromissos da Serie A – derrotas para Udinese (3 a 2), em casa, e Reggina (2 a 0), fora. Sem clima para permanecer em Milanello, o atacante acabou vendido ao Genoa, numa negociação de copropriedade por 1,8 milhão de euros, em junho de 2007. Foi aí que a carreira futebolística de Marco deu uma guinada positiva.

No time recém-promovido à elite italiana, Borriello perdeu somente três jogos durante o campeonato inteiro e estufou as redes 19 vezes, além de ter fornecido quatro assistências. Os grifoni não começaram muito bem – quatro empates e uma derrota –, mas na quinta rodada, contra a Udinese, no Luigi Ferraris, o camisa 22 anotou uma tripletta e ajudou sua equipe a conquistar seus primeiros três pontos na liga.

Beckham e Borriello dividiram vestiários no Milan e “rivalizaram” pelo posto de galã da equipe (Liverani)

Ele repetiria a dose no returno, quando a equipe rossoblù derrotou os bianconeri num duelo maluco, no Friuli. Aliás, nesse último embate, o primeiro de seus três gols foi uma obra-prima: dominou a bola no peito, bateu uma embaixadinha dentro da área e, praticamente de costas para a meta, virou um lindo voleio no ângulo.

Borriello encerrou aquela temporada como terceiro maior artilheiro da primeira divisão, atrás apenas dos juventinos Alessandro Del Piero e David Trezeguet. Seus 19 gols ajudaram na salvação do Genoa, que conseguiu evitar o descenso, e lhe renderam a primeira convocação para a seleção italiana. Roberto Donadoni não deixou passar batido o bom momento do atacante e o chamou para um amistoso contra Portugal, realizado em Zurique. A Nazionale venceu o confronto por 3 a 1, e Marco fez sua estreia: entrou no lugar do grandalhão Luca Toni, faltando cerca de 20 minutos para o fim da partida.

Borriello participou de mais dois amistosos, diante de Espanha e Bélgica, durante o primeiro semestre de 2008 e convenceu Donadoni a levá-lo para a Eurocopa. No entanto, o centroavante não saiu do banco em nenhum dos quatro jogos que a Itália disputou na competição. Após a boa temporada pelo Genoa e a convocação para a Euro, o Milan pagou 7,5 milhões de euros e cedeu o então jovem Davide Di Gennaro também em copropriedade ao clube genovês. Porém, o napolitano sofreu com lesões ao longo da temporada 2008-09, comprometendo suas aparições pela equipe rossonera. Ele entrou em campo só oito vezes e anotou um único tento.

Tudo mudou na época seguinte. Com a ida de Kaká para o Real Madrid, Borriello pegou a camisa 22, número que usara com sucesso no Genoa, recebeu a confiança do novo treinador, Leonardo, e foi consagrado por Ronaldinho Gaúcho. O craque brasileiro viveu seu melhor momento na Itália durante a temporada 2009-10 e deu muitas assistências para o centroavante. Um fato curioso: Marco guardou quatro golaços de voleio ou meia-bicicleta naquela temporada, e o mago forneceu dois passes primorosos para que seu companheiro pudesse finalizar com classe.

Após 15 gols e seis assistências em 35 partidas na época 2009-10, Borriello viveu a expectativa de jogar uma Copa do Mundo. Depois da Euro de 2008, Donadoni foi demitido e substituído por Marcello Lippi, que só voltou a convocá-lo à seleção italiana em março de 2010, para um amistoso contra Camarões, em Mônaco. Ele participou somente do primeiro tempo. Lippi, então, resolveu chamá-lo para a pré-lista do Mundial da África do Sul, mas, no final, preferiu convocar outros atacantes, deixando-o em stand by.

Borriello teve três passagens pela Roma e foi muito importante em seu primeiro ano na capital (LaPresse)

Embora Borriello tenha sido o artilheiro do Milan na temporada 2009-10 junto com Ronaldinho, ambos com 15 gols, o clube de Milão não fez questão de mantê-lo para a época seguinte, muito em função das chegadas de Zlatan Ibrahimovic e Robinho. Assim, o emprestou de graça à Roma, em acordo que incluía a obrigação de compra do atacante 12 meses depois – num negócio avaliado em 10 milhões de euros.

Alguns dias depois do fechamento da janela de transferências, o agente do jogador, Tiberio Cavalleri, revelou ao jornal Corriere dello Sport que a Juventus e o Manchester City – a pedido de Roberto Mancini, então comandante dos Citizens – tentaram a contratação do atacante. Contudo, o projeto proposto pela então presidente romanista, Rosella Sensi, e o fato de a Roma estar classificada à Liga dos Campeões pesaram na decisão do atleta.

Para provar à diretoria milanista que eles estavam errados ao jogá-lo para escanteio, Borriello deixou ótima impressão na Roma, inclusive quando anotou o gol da vitória por 1 a 0 frente ao próprio Milan, em San Siro, em dezembro de 2010. A Lazio também sofreu com o camisa 22, que deixou sua marca em duas das três vitórias dos giallorossi no Derby della Capitale daquela temporada – uma pelo primeiro turno da Serie A (2 a 0) e outra pelas oitavas de final da Coppa Italia (2 a 1).

Ao todo, o napolitano disputou 46 jogos, marcou 17 tentos e deu cinco assistências na época 2010-11. Foi o segundo artilheiro da equipe, atrás somente do ídolo Francesco Totti. Mas, no final da história, o Milan conquistou seu 18º scudetto, com Ibrahimovic, Robinho e Alexandro Pato marcando 14 vezes cada na liga. De todo modo, Borriello viveu uma grande temporada e, em fevereiro de 2011, entrou em campo pela última vez defendendo a Itália. Ele jogou o segundo tempo do amistoso contra a Alemanha (1 a 1), em Dortmund.

Era de se esperar que, após finalizar a compra de um Borriello que correspondeu às expectativas, a Roma tivesse o jogador em boa conta. Contudo, após a chegada do técnico Luis Enrique, o napolitano perdeu espaço entre os titulares e se tornou dispensável pelo comandante espanhol. Ele defendeu o time romano só sete vezes (sempre saindo do banco) no primeiro semestre da temporada 2011-12 e não balançou as redes. Em janeiro de 2012, o atleta se transferiu por empréstimo, com opção de compra, à Juventus.

Em Turim, o atacante nunca esteve em paz com a torcida da Juventus (AFP/Getty)

O anúncio da contratação de Marco não caiu muito bem para a torcida juventina. No jogo seguinte à confirmação da transação, contra o Lecce, fora de casa, os torcedores exibiram uma faixa criticando o centroavante: “Borriello: um mercenário sem honra e dignidade”. A repulsa dos fãs bianconeri ocorreu porque o jogador teria se recusado a assinar com a Juventus em agosto de 2010, fato que foi prontamente negado por ele em sua apresentação oficial.

O fato é que Borriello não conseguiu mudar a opinião dos exigentes torcedores da Vecchia Signora, uma vez que, em campo, teve rendimento aquém do esperado. Depois de seis meses de desempenho fraco em Turim – 17 jogos, dois gols e três assistências, além de pouco espaço na campanha do título da Serie A –, Marco retornou à Roma, que havia despedido Luis Enrique e acertado com o icônico Zdenek Zeman. O novo comandante, porém, também não pretendia utilizá-lo. Então, coube à Roma emprestá-lo novamente, dessa vez ao Genoa.

A volta de Borriello a Gênova viabilizou a saída de Gilardino para o Bologna. Sem Gila, o napolitano se tornou a principal arma ofensiva do elenco grifone. Não decepcionou: foi o artilheiro da equipe, marcando 12 gols em 28 partidas, e ajudou os rossoblù a permanecerem na Serie A. Após a boa temporada pelo Genoa, Borriello voltou à Roma, mas durou na capital até janeiro de 2014, quando aceitou proposta de empréstimo de seis meses ao West Ham. Aos 31 anos, Borriello defenderia um clube fora da Itália pela primeira vez na carreira.

A aventura na Premier League, entretanto, foi horrível. O jogador pisou em campo duas vezes, sempre vindo do banco, e perdeu o restante da temporada devido a uma lesão na panturrilha. Borriello viajou de volta para Roma após o encerramento da temporada, mas como sofria com contusões e não tinha lugar na equipe capitolina, assinou em definitivo com o Genoa, em janeiro de 2015. O mau condicionamento físico, contudo, pesou, e a terceira trajetória do atacante pelos grifoni foi findada com oito jogos e nenhuma bola na rede.

Livre no mercado, Borriello fechou com o Carpi em agosto de 2015, mas em janeiro do ano seguinte deixou o caçula da primeira divisão. Surpreendentemente, já que não vinha bem pelos biancorossi, acertou com a Atalanta e disputou posição com Mauricio Pinilla: em Bérgamo, os dois revezaram a titularidade em substituição a Germán Denis e, se não foram brilhantes, ao menos não fizeram a torcida se sentir órfã do ídolo.

O canto do cisne de Borriello foi uma temporada excepcional pelo Cagliari (LaPresse)

Novamente sem clube, após não renovar o vínculo com os bergamascos, Borriello reencontraria o protagonismo aos 34 anos. Em agosto de 2016, o veterano acertou com o Cagliari e não chegou com tanta pompa aos isolani – a princípio, disputaria posição com Marco Sau e Diego Farias. Porém, começou com tudo pelo clube da Sardenha: na estreia, marcou quatro gols e serviu de garçom para outro na goleada por 5 a 1 sobre a Spal, em casa, pela Coppa Italia. Graças aos quatro tentos, ele terminou como artilheiro da competição, junto com Goran Pandev e Paulo Dybala.

O início de Borriello na Serie A pelo Cagliari também foi empolgante: aplicou duas “lei do ex”. Guardou na derrota por 3 a 1 para o Genoa, no Marassi, e no empate em 2 a 2 com a Roma, no Sant’Elia. Quando estufou as redes da Udinese, pela 33ª rodada da liga, Marco chegou a 20 gols na temporada 2016-17, superando sua campanha mais prolífica até então. Em 2007-08, o bomber anotara 19 tentos – todos pelo Italiano. Pelos sardos, foram 16 na elite e os quatro já citados na copa.

Apesar de sua ótima performance na Sardenha, Borriello se desentendeu com o presidente Tommaso Giulini e deixou o Cagliari. O napolitano aceitou uma proposta ousada: atuar pela Spal, recém-promovida à elite, na época 2017-18. Na segunda rodada do campeonato, o camisa 22 marcou no triunfo por 3 a 2 sobre a Udinese. O tento fez com que Marco igualasse o recorde de Nicola Amoruso, que balançou as redes por 12 equipes diferentes na Serie A. Porém, depois de permanecer o segundo semestre inteiro da temporada no estaleiro, Marco rescindiu contrato com os estensi, em comum acordo. Assim, encerrou sua passagem pela elite italiana com 96 gols realizados, que o colocam entre os 100 maiores artilheiros da história do campeonato.

Sua última aventura no futebol foi longe da Itália. Em 30 de agosto de 2018, o veterano atacante acertou com o Ibiza, time que milita na terceira divisão espanhola. Mas, após seis meses na Espanha e sete jogos em branco no time treinado pelo ex-goleiro Andrés Palop, o italiano resolveu pendurar as chuteiras e virar cartola, a fim de trabalhar junto com o presidente Amadeo Salvo. Um desafio arrojado, que deve ser encarado entre uma balada e um banho de sol, bem ao estilo Borriello.

Marco Borriello
Nascimento: 18 de junho de 1982, em Nápoles, Itália
Posição: atacante
Clubes: Treviso (2000-01, 2001-02 e 2006), Triestina (2001), Milan (2002-03, 2003-04, 2006-07 e 2008-10), Empoli (2003), Reggina (2004-05), Sampdoria (2005-06), Genoa (2007-08, 2012-13 e 2015), Roma (2010-12, 2013-14 e 2014-15), Juventus (2012), West Ham (2014), Carpi (2015-16), Atalanta (2016), Cagliari (2016-17), Spal (2017-18) e Ibiza (2018-19)
Títulos: Serie A (2004 e 2012) e Liga dos Campeões (2007)
Seleção italiana: sete jogos



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